Em uma frase: desde os atos pró-Lula de 11 a 13/out, a margem agrupada das pesquisas foi de −4,2 para −2,0 ponto nos votos válidos, e os 7 institutos com onda antes e depois, mesmo método, registram juntos +2,9 ponto; não dá para separar o efeito da rua do fim da 6x1 e do desgaste natural de quem venceu o 1º turno, mas o canal pelo qual a rua pode decidir a eleição é o comparecimento, não a conversão.
É o tema que mais pesa, porque age sobre quem vai votar e sobre o eleitor sem lado. Na BTG/Nexus de 16 a 18/out, 54% acham que Flávio vence e 39% que Lula vence (eram 59% e 36% em 10–12/out); 13% dos próprios eleitores de Lula apostam em Flávio (eram 19%). Na PoderData, a expectativa de vitória de Lula subiu de 37% (5–7/out) para 42% (13–15/out), ficou em 41% em 16–18/out e voltou a 42% em 19–21/out; a de Flávio foi de 54% para 51%, 52% e 52%. A expectativa melhorou para Lula desde a primeira semana, mas parou de subir, e a distância ainda é de 10 a 15 pontos.
A conta do 2º turno está em 9,3 milhões de votos dos eliminados e 33,5 milhões de ausentes. Na PoderData de 16 a 18/out, Flávio fica com 56% dos eleitores de Cury (Lula, 31%), 36% dos de Renan (29%) e 46% dos de Caiado (19%); Lula lidera entre quem votou branco ou nulo (33% a 21%), mas entre quem não votou a vantagem passou para Flávio (41% a 31%; era 43% a 30% para Lula em 13–15/out). A BTG/Nexus da mesma data mede o contrário entre os ausentes (Lula 49%, Flávio 44%): são subamostras pequenas e o sinal é incerto. No modelo, que parte do voto contado por UF, o comparecimento ainda vale mais para Lula: no modelo, 2 pontos a menos de abstenção só no Nordeste levam a chance dele de 17% para 21%; 3 pontos a mais, para 11%.
Aprovado no Senado por 75 a 1 em 14/out e promulgado em 16/out (Emenda 141). Lula fez dele bandeira desde o 1º turno; Flávio votou a favor depois de pressão e prometeu rever o tema se for eleito. O tema deixou de ser "a favor ou contra" e virou "quem garante". Na BTG/Nexus de 16 a 18/out, a primeira a perguntar depois da promulgação, 66% aprovam o fim da 6x1 e 26% desaprovam; entre os eleitores de Flávio no 2º turno, 41% aprovam e 49% desaprovam. Nas pesquisas com campo inteiro depois da promulgação, a margem não andou para Lula de forma consistente: na PoderData foi de empate para Flávio +3,2 nos válidos, na BTG/Nexus de Flávio +3,2 (10–12/out) para +0,6 e na Futura de Flávio +1,6 para +0,8. O tema é popular, mas ainda não se converteu em voto de forma visível.
A esquerda voltou às ruas em escala que não se via havia anos: Paulista em 11/out (≈ 261 mil pela área ocupada), Copacabana em 12/out, Esplanada em 13/out, mais de 70 cidades no primeiro dia e nova rodada em 16 e 17/out, com o mote "É hora da virada". Na rede, o canal "Exército do Lula" (3,3 milhões de seguidores) virou disputa no TSE. Flávio respondeu com motocarreatas e, em 18/out, com o "Bloco do 22" na Paulista, ao lado de Tarcísio e Ricardo Nunes: 71,9 mil pessoas no pico pela contagem da USP, mais de três vezes o que o PL esperava. A rua deixou de ser só da esquerda. O efeito nas pesquisas está medido abaixo.
Flávio passou a defender o fim da reeleição com mandatos mais longos, mudanças constitucionais para "redemocratizar" o país, reforma do Judiciário com impeachment de ministros do STF (Alexandre de Moraes à frente) e a suspensão da reforma tributária. Segundo a Folha, isso causou apreensão em setores moderados. Pesa sobretudo entre os que rejeitam os dois: na BTG/Nexus de 16 a 18/out, os "anti-Lula e anti-Bolsonaro" (7% da amostra) votam 48% em Lula e 36% em Flávio quando escolhem (eram 50% e 37%); entre os não polarizados, que são 21%, Flávio passou à frente (41% a 40%; era Lula 44% a 37%).
Lula usa o cargo: zerou tributos federais sobre combustíveis, lançou um pacote para microempreendedores e prometeu ônibus urbano de graça nos fins de semana no país inteiro (15/out). A aprovação não firmou: na PoderData, 46% aprovavam e 47% desaprovavam o trabalho de Lula em 13–15/out e, em 16–18/out, 44% e 50%, de volta ao nível de 10–12/out, e em 19–21/out, 46% e 49%; na BTG/Nexus de 16–18/out, 47% aprovam e 49% desaprovam; na Alfa de 15–19/out (presencial), 46% e 50%; na Quaest de 17–20/out, 46% e 47% (eram 45% e 48% em 10–13/out), com a rejeição a Lula caindo de 53% para 47%. Contra Lula, pesam a avaliação ainda negativa do governo e as alianças de Flávio com PP, Republicanos e Caiado.
Cada ponto é uma pesquisa nacional feita depois de 4/out (57 até 24/10), na data em que o campo terminou; acima de zero, Lula à frente. As barras são a margem agrupada, sem correção de efeito de casa, das pesquisas encerradas antes, durante e depois da primeira onda de atos pró-Lula (11 a 13/out), com intervalo de 95%. A tendência ajustada do modelo está em "A corrida no tempo".
| Data | Tema | O que aconteceu | Efeito esperado |
|---|---|---|---|
| 4/10 | Resultado | Flávio vence o 1º turno com 47,03% dos válidos contra 45,16% de Lula; 33,5 milhões de eleitores não votaram. fonte | tende a favorecer Flávio |
| 6/10 | Alianças | Flávio recebe o apoio de PP, Republicanos e Ronaldo Caiado; o PSD não se alinha a nenhum dos dois. fonte | tende a favorecer Flávio |
| 7/10 | Campanha de Lula | Lula chama a própria campanha de "a mais desorganizada" desde 1989; aliados trocam acusações sobre a derrota no 1º turno. fonte | tende a favorecer Flávio |
| 8/10 | Regras do jogo | Flávio passa a defender o fim da reeleição com mandatos mais longos, mudanças constitucionais no sistema político e no Judiciário e a suspensão da reforma tributária. fonte | tende a favorecer Lula |
| 9/10 | TV | Começa o horário eleitoral gratuito do 2º turno. fonte | neutro |
| 10/10 | Rua | Flávio faz motocarreata em São Gonçalo (RJ) e pede aos apoiadores que tragam quem não votou: "arruma mais um votinho". fonte | tende a favorecer Flávio |
| 11/10 | Rua | Ato pró-Lula na Av. Paulista, com Lula, ocupa 7 quarteirões: cerca de 261 mil pessoas pela capacidade da área (Poder360); 1 milhão segundo a campanha. Houve atos em mais de 70 cidades. fonte | tende a favorecer Lula |
| 11/10 | Justiça eleitoral | O presidente do TSE, Nunes Marques, suspende o canal "Exército do Lula" (3,3 milhões de seguidores) a pedido de Flávio; o corregedor libera no mesmo dia; em 13/out, nova suspensão de 48 horas e registro do canal pela campanha. fonte | neutro |
| 12/10 | Rua | Ato pró-Lula em Copacabana (RJ), sem estimativa de público. fonte | tende a favorecer Lula |
| 13/10 | Rua | Estudantes vão à Esplanada dos Ministérios; a campanha anuncia atos em BH, Salvador, Belém, Fortaleza e Recife com o mote "É hora da virada" para reduzir a abstenção. fonte | tende a favorecer Lula |
| 14/10 | Trabalho | Senado aprova o fim da escala 6x1 por 75 a 1, nos dois turnos. Flávio vota a favor, depois de pressão, e promete rever o tema se for eleito. fonte | tende a favorecer Lula |
| 15/10 | Regras do jogo | O impeachment de ministros do STF, a começar por Alexandre de Moraes, aparece como bandeira de Flávio, que falou em mudar a Constituição para "redemocratizar" o país. fonte | tende a favorecer Lula |
| 15/10 | Entregas do governo | Lula promete ônibus urbano de graça nos fins de semana no país inteiro; o governo já havia zerado tributos federais sobre combustíveis e lançado um pacote para MEIs. fonte | tende a favorecer Lula |
| 15/10 | Rua | O PL pede a Av. Paulista para 18/out, com público estimado por ele em 20 mil, em resposta ao ato pró-Lula. fonte | tende a favorecer Flávio |
| 15/10 | Mercados | No Polymarket, Lula volta a 25% de chance; estava perto de 10% na semana anterior. fonte | tende a favorecer Lula |
| 16/10 | Trabalho | O Congresso promulga a Emenda Constitucional 141, que acaba com a escala 6x1; a jornada máxima cai de 44 para 42 horas em 60 dias. fonte | tende a favorecer Lula |
| 16/10 | Rua | Nova rodada de atos pró-Lula em 12 estados na sexta e no sábado, além de Barcelona. fonte | tende a favorecer Lula |
| 17/10 | Escândalos | Roberta Luchsinger, investigada na Operação Sem Desconto (fraude no INSS) e amiga de Lulinha, diz à CNN ter presenciado encontros do filho do presidente com integrantes do governo; a defesa nega irregularidades. fonte | tende a favorecer Flávio |
| 18/10 | Rua | Ato "Bloco do 22" de Flávio na Av. Paulista, com Tarcísio e Ricardo Nunes, reúne 71,9 mil pessoas no pico, segundo o Monitor do Debate Político da USP com Cebrap e More in Common (de 63,3 mil a 80,5 mil); o PL esperava 20 mil. fonte | tende a favorecer Flávio |
| 18/10 | Debate | Band faz o primeiro debate do 2º turno entre Lula e Flávio, com embates sobre INSS e Lulinha, Banco Master, pandemia (com mea-culpa de Flávio sobre a saúde) e privatização do SUS. fonte | neutro |
| 18/10 | Justiça eleitoral | O ministro Marco Aurélio Bellizze (TSE) dá 24 horas para a Meta comprovar que trata as duas campanhas de forma isonômica, como decidido em 15/out, sob pena de multa diária maior. fonte | neutro |
| 19/10 | Debate | Avaliação qualitativa da Quaest com 30 grupos de eleitores dá 82 pontos a Flávio e 79 a Lula pelo desempenho no debate da Band: vantagem "ligeiramente superior" do senador, sem medir voto. fonte | tende a favorecer Flávio |
| 19/10 | Justiça eleitoral | A campanha de Lula entra com nova ação no TSE acusando a Meta de "manipulação algorítmica" a favor de Flávio e pede a cassação da chapa do PL. fonte | neutro |
| 19/10 | Justiça eleitoral | O corregedor-geral eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, proíbe Nikolas Ferreira e Pablo Marçal de republicar conteúdos já removidos; a lista inclui um trecho de post de Flávio sobre a fala de Lula sobre os garis, que o plenário do TSE havia considerado lícito em 15/out. fonte | tende a favorecer Flávio |
| 20/10 | Escândalos | Lula pede ao TSE a quebra dos próprios sigilos bancário, fiscal e telefônico e dos de familiares, cobrindo 8 anos, e desafia Flávio a fazer o mesmo até 21/out; o relator é André Mendonça, e o PL chama o pedido de "isca". fonte | tende a favorecer Lula |
| 20/10 | Justiça eleitoral | O TSE faz reunião fechada com a Meta e os advogados das duas campanhas; a Meta diz tratar os candidatos "de forma igual" e informa ter tornado 720 publicações indisponíveis. fonte | neutro |
| 20/10 | Entregas do governo | Lula diz que enviará ao Congresso, em 21/out, a PEC da Tarifa Zero, com transporte público gratuito. fonte | tende a favorecer Lula |
| 20/10 | Mercados | No Polymarket, Lula cai para 21,5% (13h de Brasília); eram 23,5% na noite de 19/out. Kalshi: Flávio 79% x Lula 22%. fonte | tende a favorecer Flávio |
| 20/10 | Escândalos | Em comício em Juazeiro (BA), Lula diz que Flávio "não vai ter coragem" de abrir os sigilos e que a "vida dele é podre"; aliados de Flávio dizem que ele não aceitará o desafio. fonte | tende a favorecer Lula |
| 20/10 | Justiça eleitoral | A campanha de Flávio pede ao TSE (AIJE) a cassação da chapa de Lula e Alckmin e a inelegibilidade de Lula e do ministro Sidônio Palmeira por disparos em massa de WhatsApp do GovBR sobre programas federais. fonte | tende a favorecer Flávio |
| 20/10 | Justiça eleitoral | O plenário do TSE referenda, por unanimidade, a liminar que mandou remover posts de Gleisi, Lindbergh, Boulos e outros que ligavam Flávio à Operação Unha e Carne, a milícias e à "rachadinha". fonte | tende a favorecer Flávio |
| 20/10 | Regras do jogo | O Itamaraty acusa Milei de "inaceitável tentativa de ingerência externa" depois que o presidente argentino chamou Lula de "ladrão" e insinuou fraude no 2º turno. fonte | neutro |
| 21/10 | Mercados | No Polymarket, Lula fica em 20,5% (7h20 de Brasília), depois de 19,5% de madrugada; eram 21,5% na tarde de 20/out. Kalshi: Flávio 82% x Lula 19%. fonte | tende a favorecer Flávio |
| 21/10 | Campanha de Lula | Quaest (17–20/out): a rejeição a Lula cai de 53% para 47% em uma semana e a de Flávio, de 54% para 52%; a aprovação do governo vai a 46% (desaprovação 47%). fonte | tende a favorecer Lula |
"Efeito esperado" é a leitura do painel sobre a quem o fato tende a ajudar, não uma medida. A lista é atualizada a cada fato novo (noticias_2turno.csv).
| Data | Lado | Onde | Público | Fonte |
|---|---|---|---|---|
| 10/out | pró-Flávio | Motocarreata de Flávio em São Gonçalo (RJ) | sem estimativa | O Hoje |
| 11/out | pró-Lula | Av. Paulista (SP), com Lula; atos em mais de 70 cidades no mesmo dia | ≈ 261 mil pela capacidade da área ocupada (7 quarteirões, 4 pessoas/m²); 1 milhão segundo a campanha; sem contagem oficial | Poder360 |
| 12/out | pró-Lula | Copacabana (RJ) | milhares, sem estimativa numérica | Comprova |
| 13/out | pró-Lula | Esplanada dos Ministérios (DF), movimento estudantil | milhares, sem estimativa numérica | Vermelho |
| 16–17/out | pró-Lula | Nova rodada em 12 estados e em Barcelona; BH, Salvador, Belém, Fortaleza e Recife anunciados pela campanha | a confirmar | Leia Sempre Brasil / CNN |
| 18/out | pró-Flávio | Ato "Bloco do 22" de Flávio na Av. Paulista, com Tarcísio e Ricardo Nunes | 71,9 mil no pico (63,3 mil a 80,5 mil), contagem por drone do Monitor do Debate Político (USP/Cebrap/More in Common); o PL esperava 20 mil. Não é comparável ao ato de 11/out, que não teve contagem por drone | Exame / USP |
As 7 pesquisas com campo encerrado até 10/out tinham, agrupadas, margem de −4,2 ± 1,6 ponto nos válidos. As 5 encerradas entre 11 e 13/out, com parte do campo antes dos atos, −3,7 ± 1,9. As 45 encerradas depois, −2,0 ± 0,6 (−1,7 sem a Gerp, que mede sistematicamente mais Flávio). A aproximação de cerca de 2 pontos é maior que o erro amostral do agrupamento.
A comparação mais limpa é a do instituto que repete o método. AtlasIntel −5,6 → −1,5; DataTrends −6,4 → −4,2; Datafolha −4,3 → −1,1; Futura −3,5 → −0,3; Ipespe −5,4 → −1,1; PoderData −5,4 → −2,1; Vox Brasil +1,7 → +1,2. Juntas, a mudança é de +2,9 ± 2,2 ponto de margem. Na PoderData, Lula foi de 44% para 47% e Flávio de 49% para 47% nos totais até 13–15/out, mas a rodada de 16–18/out voltou a 46% a 49% e a de 19–21/out ficou em 48% a 49%; na Datafolha, Flávio caiu de 49% para 47% e Lula ficou em 45% até 13–14/out, e em 20–22/out Lula subiu a 46% com Flávio em 47% (50% a 50% nos válidos). A Folha registrou que os atos "não se refletiram em intenção de voto" na Datafolha de 13 e 14/out: a mudança ali veio de Flávio perdendo, não de Lula ganhando.
Os atos coincidiram com a votação do fim da 6x1, o corte nos tributos dos combustíveis e a nova estratégia digital da campanha. Além disso, quem está atrás costuma se recuperar no 2º turno: em 2014 e 2018, a primeira e a última pesquisa de Datafolha e Ibope mostraram o segundo colocado ganhando 6 a 10 pontos de margem em duas semanas (em 2022, 2 pontos). O que os dados permitem dizer é que a recuperação de Lula começou no fim de semana dos atos e aparece nos dois institutos com série comparável. O que os atos mudaram de forma mais clara foi a expectativa: +5 pontos para Lula na PoderData até 13–15/out (+4 em 16–18/out, +5 em 19–21/out) e +3 na BTG/Nexus.
Ato de rua convence pouco; mobiliza quem já está do mesmo lado. Por isso o efeito sobre o resultado passa pelo comparecimento. No modelo, abstenção igual à de 2022 deixa Lula com 17% de chance; 2 pontos a menos de abstenção só no Nordeste, meta explícita dos atos nas capitais, levam a 21% (+0,4 ponto de margem). A chance de hoje, 18% no ensemble, já incorpora as pesquisas pós-atos. O sociólogo Alberto Carlos Almeida resume a condição para a rua virar votos: o movimento teria de crescer "de uma forma espontânea" (CNN, 13/out).
Em uma frase: a virada teve duas etapas. Em setembro, a consolidação do voto antipetista levou Flávio de 35,7% para 43,0% dos válidos nas pesquisas; no dia da eleição, uma última milha de 4,1 pontos, que elas não captaram, o pôs na frente. Lula ficou onde as pesquisas o mediam: no teto.
É o mecanismo da virada. A terceira via tinha 22,8% dos válidos nas pesquisas da primeira semana de setembro, 12,4% na última e 7,8% na urna. Entre a véspera e a urna, Flávio recebeu 4,2 dos 4,8 pontos que os demais perderam, uma taxa de conversão acima da 2ª opção declarada (na Quaest, 46% dos eleitores de Cury, 58% dos de Renan e 59% dos de Zema iam para Flávio; 4% a 25% para Lula). A campanha pediu voto útil abertamente desde 21/set, com foco no Sudeste. Zema terminou com 0,27%, Caiado com 2,18%.
É a condição necessária. Lula teve 45,16%, praticamente o que as pesquisas mediam (45,5), e nunca passou de 46% na média semanal desde agosto. O governo chegou à eleição com 34% de ótimo e bom (Datafolha, 22–23/set), exatamente no ponto de empate da série histórica de presidentes candidatos (33,7%), e com rejeição de 45% a 55%, igual à de Flávio. Com tetos parecidos, vence quem herda a terceira via, e a terceira via de 2026 era de oposição. Contra 2022, Lula perdeu 3,4 milhões de votos (57,26 → 53,88 mi) e o candidato da direita ganhou 5,0 milhões (51,07 → 56,10 mi).
É onde a eleição virou. Contra o 2º turno de 2022, a margem de Lula caiu 7,8 pontos no Sul, 6,4 no Centro-Oeste, 4,3 no Sudeste e 3,9 no Nordeste. O Nordeste ainda deu a Lula saldo de 11,1 milhões de votos, mas Sudeste, Sul e Centro-Oeste devolveram 12,9 milhões. Minas Gerais, que decidiu 2022 para Lula, deu vitória a Flávio. A direita chegou ao dia da votação com governadores fortes nos dois maiores colégios: Tarcísio de Freitas reeleito em São Paulo com 62,85% e Cleitinho eleito em Minas com 55,41%, ambos no 1º turno.
Parte da surpresa estava no instrumento, não no eleitorado. Os presenciais erraram a margem em +5,2; a Palver tinha Flávio com 47,5% na véspera, e a média das pesquisas, 42,8%. As estaduais superestimaram Lula em 7,3 pontos no Sul e 6,3 no Sudeste, onde o eleitor de Flávio é maioria. O padrão é compatível com não resposta diferencial: o eleitor de direita aceita menos a entrevista, e a ponderação por voto em 2022 não corrige isso. Para quem só lia as pesquisas de referência, Lula liderou até o fim; para quem descontava o erro histórico, o empate com vantagem de Flávio era o cenário central.
Os fatos da última semana reforçaram uma tendência que já existia, sem criar outra. O debate da Globo, previsto para 1º/out, foi cancelado depois da desistência de Flávio e da disputa judicial sobre o púlpito vazio: o candidato em ascensão evitou o único confronto direto que poderia interromper o movimento. Os dois lados enfrentaram notícias negativas na reta final (a viagem de Lulinha revelada pela PF em 29/set; o caso das emendas no Dark Horse e a suspensão do jingle "Foi o Flávio"), e as pesquisas de 27/set a 3/out continuaram andando para Flávio. Não há como isolar o efeito de cada fato com os dados disponíveis.
A abstenção foi de 21,1%, contra 20,9% em 2022. Caiu no Nordeste (18,4%, ante 19,5%) e subiu no Sul, no Sudeste e no Centro-Oeste, uma geografia que favoreceu Lula. A correlação entre variação da abstenção e variação do voto por UF é −0,15. O cenário de comparecimento baixo discutido na véspera não aconteceu e não explica o resultado.
Os demais candidatos somaram 7,8% dos válidos. Para chegar a 50% só com eles, sem mudança de comparecimento, Lula precisaria de 62% desses votos; Flávio, de 38%. A 2ª opção declarada antes do 1º turno (Quaest, set) dava a Lula cerca de um quarto; as pesquisas feitas depois do 1º turno mostram mais: a PoderData (10–12/out) dá a Lula 43% dos que escolhem um dos dois, e o Datafolha (6–7/out) 32% contra 46% de Flávio para o conjunto, 41% dos decididos. Somando o resultado oficial e essa transferência, o 2º turno começa em −2,7 para Lula (Flávio à frente).
O voto útil já levou para Flávio, no 1º turno, o eleitor mais antipetista da terceira via; os 7,8% que resistiram a ele tendem a transferir menos para Flávio do que a matriz declarada supõe. O caminho de Lula passa por esse resíduo, por eleitores que não votaram no 1º turno (33,5 milhões) e pelo Sudeste, onde cada 3 pontos de margem valem cerca de 1,2 no nacional. Em 2014 e 2018, o candidato da esquerda ganhou de 6 a 10 pontos nas pesquisas ao longo do 2º turno.
Na rodada de hoje, o modelo dá a Lula 17% de chance no 2º turno; o mercado de apostas (Polymarket, 25/out, 8h), 20%. O número já combina o voto contado com 57 pesquisas feitas depois de 4/out.
Em uma frase: as pesquisas mediram bem Lula e mal todo o resto: na última semana Lula saiu com erro médio de −0,6 ponto, Flávio com −4,2 e os demais candidatos com +4,8; o eleitor que as pesquisas ainda punham na terceira via votou em Flávio.
Na semana até 06/09, Flávio tinha 35,7% dos válidos, Lula 41,5% e os demais 22,8% (Pablo Marçal ainda estava nas listas até o indeferimento de 11/set). Na última semana, Flávio estava em 43,0%, Lula em 44,7% e os demais em 12,4%. A margem média caiu de +5,8 para +1,7: as pesquisas registraram 7,2 pontos de crescimento de Flávio, quase todos vindos da terceira via.
Entre a última semana de pesquisas e a urna, Flávio ganhou mais 4,1 pontos e os demais candidatos perderam 4,6; Lula ficou +0,5. Com dados agregados não dá para separar voto útil de última hora de eleitor de Flávio que não aparecia nas pesquisas (escondido entre indecisos, terceira via ou não respondentes). As duas explicações produzem o mesmo retrato, e as duas apontam para Flávio.
| Instituto | Método | Campo até | n | Válidos L × F | Erro na margem | Erro Lula | Erro Flávio | Erro demais | Correção do modelo | Erro após correção |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Palver | online | 03/10 | 5.000 | 43,4 × 47,5 | −2,2 | −1,7 | +0,4 | +1,3 | +4,4 | +2,2 |
| Futura | telefônico | 29/09 | 2.000 | 41,3 × 44,2 | −1,1 | −3,9 | −2,8 | +6,7 | +2,4 | +1,3 |
| Gerp | telefônico | 28/09 | 2.400 | 42,1 × 44,2 | −0,2 | −3,1 | −2,8 | +5,9 | +5,2 | +4,9 |
| Vox Brasil | não informado | 01/10 | 2.100 | 45,0 × 45,9 | +1,0 | −0,2 | −1,1 | +1,3 | +1,8 | +2,8 |
| Meio/Ideia | telefônico | 28/09 | 2.000 | 40,1 × 39,1 | +2,9 | −5,1 | −8,0 | +13,0 | +1,5 | +4,4 |
| PoderData ★ | telefônico | 02/10 | 4.000 | 44,7 × 43,6 | +2,9 | −0,5 | −3,4 | +3,9 | +2,4 | +5,3 |
| Datafolha ★ | presencial | 03/10 | 4.006 | 45,7 × 43,5 | +4,0 | +0,5 | −3,5 | +3,1 | +0,5 | +4,5 |
| DataTrends | telefônico | 30/09 | 2.000 | 45,1 × 42,9 | +4,1 | −0,1 | −4,2 | +4,3 | +0,6 | +4,7 |
| Quaest ★ | presencial | 03/10 | 3.702 | 46,0 × 43,7 | +4,2 | +0,8 | −3,3 | +2,5 | −0,9 | +3,3 |
| AtlasIntel ★ | online | 28/09 | 5.005 | 46,3 × 43,1 | +5,0 | +1,1 | −3,9 | +2,8 | +0,3 | +5,3 |
| Real Time Big Data | telefônico | 30/09 | 2.000 | 45,7 × 41,5 | +6,1 | +0,6 | −5,5 | +5,0 | −0,3 | +5,9 |
| BTG/Nexus | telefônico | 27/09 | 2.000 | 44,2 × 38,9 | +7,1 | −1,0 | −8,1 | +9,0 | +1,2 | +8,3 |
| CNT/MDA ★ | presencial | 02/10 | 2.007 | 47,8 × 42,2 | +7,5 | +2,7 | −4,9 | +2,2 | −1,9 | +5,6 |
| Indexa | telefônico | 29/09 | 2.000 | 45,9 × 40,0 | +7,7 | +0,7 | −7,0 | +6,3 | 0,0 | +7,8 |
| Método | Institutos | Erro médio na margem | Erro absoluto | Erro Lula | Erro Flávio | Erro demais |
|---|---|---|---|---|---|---|
| não informado | 1 | +1,0 | 1,0 | −0,2 | −1,1 | +1,3 |
| online | 2 | +1,4 | 3,6 | −0,3 | −1,7 | +2,0 |
| telefônico | 8 | +3,7 | 4,0 | −1,5 | −5,2 | +6,8 |
| presencial | 3 | +5,2 | 5,2 | +1,3 | −3,9 | +2,6 |
O erro clássico das pesquisas brasileiras de 1º turno se repetiu pela quinta eleição seguida (2010: +5,2; 2014: +10,5; 2018: +2,4; 2022: +5,8; 2026: +4,7 na âncora). O formato também se repetiu: o voto do PT é medido com precisão, e o erro mora no campo adversário, que as pesquisas mostram mais fragmentado e menor do que é. Ponderar por voto declarado em 2022, prática que vários institutos adotaram, não resolveu, provavelmente porque o eleitor de direita que não responde também não declara o voto passado.
Os institutos que o mercado e o próprio modelo tratavam como desviantes pró-Flávio (Palver, Gerp, Futura, Vox; efeitos de casa de −2 a −5) erraram a margem por 1,1 ponto em média. Os presenciais de maior tradição (Datafolha, Quaest, CNT/MDA) erraram 5,2. A Palver, online, foi a única a medir o nível de Flávio (47,5%) quase exatamente. Uma eleição não basta para trocar a âncora, mas basta para deixar de tratar a divergência desses institutos como ruído.
| Região | Peso nos válidos | Lula × Flávio | Margem bipartidária | 2º turno 2022 | Variação | Erro das estaduais | Saldo de votos (Lula − Flávio) | Abstenção (2022) |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Sudeste | 40,7% | 39,7 × 51,4 | −12,8 | −8,5 | −4,3 | +6,3 | −5,66 mi | 22,7% (22,0%) |
| Nordeste | 28,3% | 63,8 × 30,9 | +34,8 | +38,7 | −3,9 | −4,5 | +11,10 mi | 18,4% (19,5%) |
| Sul | 14,7% | 31,3 × 60,1 | −31,5 | −23,7 | −7,8 | +7,3 | −5,04 mi | 20,5% (19,3%) |
| Norte | 8,6% | 44,6 × 49,2 | −4,8 | −2,0 | −2,8 | −4,8 | −0,46 mi | 19,4% (20,9%) |
| Centro-Oeste | 7,6% | 32,6 × 56,5 | −26,8 | −20,4 | −6,4 | +3,6 | −2,17 mi | 21,7% (21,4%) |
Lula perdeu mais de 1 ponto de margem em relação a 2022 em 20 das 27 UFs: o movimento foi nacional, mais forte no Sul e no Centro-Oeste. Minas Gerais virou (+0,4 em 2022, −5,4 agora). As pesquisas estaduais erraram com sinal regional: superestimaram Lula no Sul, no Sudeste e no Centro-Oeste e o subestimaram no Nordeste e no Norte. A variação da abstenção não acompanha a variação do voto (correlação −0,15 entre UFs).
| UF | Lula × Flávio | Demais | Margem bipartidária | 2º turno 2022 | Variação | Erro das estaduais (nº) | Abstenção (vs. 2022) |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| TO | 43,4 × 50,4 | 6,1 | −7,5 | +2,7 | −10,2 | −21,6 (1) | 18,3% (−0,2) |
| GO | 31,1 × 53,6 | 15,3 | −26,6 | −17,4 | −9,2 | +1,8 (2) | 21,8% (+0,1) |
| RS | 35,7 × 55,6 | 8,6 | −21,8 | −12,7 | −9,1 | +10,7 (3) | 21,4% (+1,6) |
| MT | 29,2 × 65,1 | 5,7 | −38,1 | −30,2 | −8,0 | +6,9 (2) | 22,2% (−1,2) |
| MA | 64,0 × 30,9 | 5,1 | +34,9 | +42,3 | −7,4 | −5,9 (2) | 19,7% (−2,5) |
| SC | 25,0 × 66,7 | 8,3 | −45,4 | −38,5 | −6,8 | +10,6 (1) | 18,9% (+0,5) |
| PR | 31,2 × 59,9 | 8,9 | −31,5 | −24,8 | −6,7 | +1,7 (4) | 20,6% (+1,1) |
| MS | 34,7 × 58,6 | 6,7 | −25,6 | −19,0 | −6,7 | +3,9 (1) | 23,9% (+1,8) |
| CE | 63,3 × 31,3 | 5,4 | +33,9 | +39,9 | −6,1 | +0,2 (4) | 15,5% (−1,9) |
| MG | 43,3 × 48,2 | 8,4 | −5,4 | +0,4 | −5,8 | +4,2 (7) | 22,8% (+0,5) |
| SP | 38,2 × 51,9 | 9,9 | −15,2 | −10,5 | −4,8 | +7,6 (7) | 22,5% (+0,9) |
| BA | 66,2 × 28,5 | 5,3 | +39,7 | +44,2 | −4,5 | −8,2 (4) | 20,0% (−1,4) |
| PI | 71,0 × 24,1 | 4,9 | +49,3 | +53,7 | −4,4 | −9,7 (2) | 17,2% (−0,5) |
| RN | 59,8 × 34,8 | 5,5 | +26,4 | +30,2 | −3,8 | −1,6 (2) | 18,4% (+0,2) |
| PA | 49,9 × 44,5 | 5,6 | +5,7 | +9,5 | −3,8 | −8,6 (2) | 19,1% (−2,1) |
| PB | 61,3 × 33,1 | 5,6 | +29,9 | +33,2 | −3,3 | −3,3 (3) | 17,4% (+0,1) |
| RO | 25,9 × 67,5 | 6,7 | −44,5 | −41,3 | −3,2 | +9,1 (1) | 21,7% (−2,9) |
| AL | 54,7 × 40,4 | 4,8 | +15,0 | +17,4 | −2,4 | −0,1 (2) | 20,6% (−1,7) |
| ES | 37,8 × 54,8 | 7,5 | −18,4 | −16,1 | −2,3 | +10,1 (1) | 21,4% (+0,6) |
| RJ | 39,4 × 53,0 | 7,6 | −14,7 | −13,1 | −1,6 | +4,8 (7) | 23,3% (+0,6) |
| SE | 62,7 × 30,6 | 6,6 | +34,4 | +34,4 | 0,0 | −9,2 (2) | 17,3% (−1,0) |
| PE | 63,5 × 31,0 | 5,5 | +34,3 | +33,9 | +0,5 | −2,7 (8) | 18,2% (0,0) |
| RR | 22,9 × 71,1 | 6,1 | −51,3 | −52,2 | +0,8 | +5,1 (3) | 17,1% (+0,4) |
| AM | 48,2 × 45,0 | 6,8 | +3,5 | +2,2 | +1,3 | −1,1 (2) | 20,2% (0,0) |
| AC | 28,7 × 64,6 | 6,7 | −38,4 | −40,6 | +2,2 | +8,0 (1) | 20,4% (−2,0) |
| AP | 45,7 × 45,7 | 8,6 | +0,1 | −2,7 | +2,8 | +2,5 (2) | 17,4% (−2,1) |
| DF | 38,1 × 51,3 | 10,6 | −14,8 | −17,6 | +2,9 | +3,5 (6) | 18,9% (+1,4) |
Em uma frase: a linha que resume todas as pesquisas está hoje em -0,9 pontos para Lula, contra -2,0 duas semanas atrás — movimento a favor de Lula, ainda dentro da margem de incerteza.
Nas duas últimas semanas o placar ajustado foi de -2,0 para -0,9 (1,1 p.p. para Lula); na última semana, estável. O deslize continua, mas mais devagar: a segunda semana andou menos que a primeira. Comparando cada pesquisa com a onda anterior do mesmo instituto, 20 andaram para Lula, 10 para Flávio e 7 ficaram estáveis — o movimento aparece também dentro das séries de cada instituto. A faixa em volta da linha (95%) mostra que nenhuma dessas variações tira a disputa do empate técnico.
| Instituto | Campo até | Onda anterior (Lula × Flávio) | Agora | Δ margem válida | Movimento |
|---|---|---|---|---|---|
| Gerp | 24/10 | 45 × 50 (21/10) | 46 × 49 | +2,1 | → Lula |
| Palver (calibração v3) | 24/10 | 48 × 50 (20/10) | 49 × 50 | +1,0 | → Lula |
| Datafolha | 24/10 | 46 × 47 (22/10) | 47 × 48 | 0,0 | estável |
| Quaest | 24/10 | 44 × 45 (20/10) | 45 × 46 | 0,0 | estável |
| BTG/Nexus | 24/10 | 45,9 × 46,5 (18/10) | 46 × 47 | -0,4 | estável |
| PoderData | 24/10 | 48 × 49 (21/10) | 47 × 49 | -1,1 | → Flávio |
| Futura (escolaridade pela PNAD) | 24/10 | 46,8 × 48,9 (20/10) | 47,9 × 48,2 | +1,9 | → Lula |
| AtlasIntel | 23/10 | 47,6 × 49,8 (18/10) | 48,4 × 49,9 | +0,7 | → Lula |
| Veritá | 23/10 | 47,5 × 50,2 (22/10) | 46,5 × 49,4 | -0,3 | estável |
| Instituto França | 23/10 | 39,6 × 41,0 (20/10) | 43,1 × 45,6 | -1,2 | → Flávio |
| CNT/MDA (ponderada pelo 1º turno) | 23/10 | 45,9 × 46,8 (15/10) | 45 × 46,3 | -0,5 | → Flávio |
| Datafolha | 22/10 | 45 × 47 (14/10) | 46 × 47 | +1,1 | → Lula |
| Vox Brasil | 22/10 | 46,4 × 44,6 (17/10) | 45,4 × 44,3 | -0,8 | → Flávio |
| Real Time Big Data | 22/10 | 45 × 48 (19/10) | 45 × 49 | -1,0 | → Flávio |
| Alfa Inteligência | 22/10 | 45,9 × 48,8 (19/10) | 46 × 49,9 | -1,0 | → Flávio |
| Ipespe | 22/10 | 46 × 48 (15/10) | 47 × 48 | +1,1 | → Lula |
| Veritá | 22/10 | 48,2 × 49,7 (19/10) | 47,5 × 50,2 | -1,2 | → Flávio |
| Gerp | 21/10 | 45 × 50 (19/10) | 45 × 50 | 0,0 | estável |
| DataTrends | 21/10 | 46 × 49 (17/10) | 46 × 50 | -1,0 | → Flávio |
| PoderData | 21/10 | 46 × 49 (18/10) | 48 × 49 | +2,1 | → Lula |
| Indexa | 21/10 | 42 × 44 (14/10) | 44,1 × 45,2 | +1,1 | → Lula |
| Quaest | 20/10 | 44 × 46 (13/10) | 44 × 45 | +1,1 | → Lula |
| Palver (calibração v3) | 20/10 | 49 × 50 (13/10) | 48 × 50 | -1,0 | → Flávio |
| Veritá | 19/10 | 47,7 × 49,7 (16/10) | 48,2 × 49,7 | +0,5 | → Lula |
| Gerp | 19/10 | 45 × 50 (16/10) | 45 × 50 | 0,0 | estável |
| PoderData | 18/10 | 47 × 47 (15/10) | 46 × 49 | -3,2 | → Flávio |
| AtlasIntel | 18/10 | 45,7 × 51,1 (08/10) | 47,6 × 49,8 | +3,3 | → Lula |
| BTG/Nexus | 18/10 | 45 × 48 (12/10) | 45,9 × 46,5 | +2,6 | → Lula |
| Futura Inteligência | 17/10 | 47,5 × 49 (15/10) | 47,5 × 48,3 | +0,7 | → Lula |
| DataTrends | 17/10 | 44 × 50 (09/10) | 46 × 49 | +3,2 | → Lula |
| Vox Brasil | 17/10 | 44,2 × 42,7 (07/10) | 46,4 × 44,6 | +0,3 | estável |
| Gerp | 16/10 | 44 × 53 (12/10) | 45 × 50 | +4,0 | → Lula |
| PoderData | 15/10 | 46 × 48 (12/10) | 47 × 47 | +2,1 | → Lula |
| Futura Inteligência | 15/10 | 46,6 × 50 (10/10) | 47,5 × 49 | +2,0 | → Lula |
| Ipespe | 15/10 | 44 × 49 (08/10) | 46 × 48 | +3,2 | → Lula |
| Datafolha | 14/10 | 45 × 49 (07/10) | 45 × 47 | +2,1 | → Lula |
| PoderData | 12/10 | 44 × 49 (07/10) | 46 × 48 | +3,2 | → Lula |
Quaest · 26 UFs · campo terminado entre 21/09 e 28/09 · 804 a 1.800 entrevistas por UF · contratantes: Globo, Inter TV, NSC, RBS, RPC, Rede Amazonica, TV Anhanguera, TV Bahia, TV Cabo Branco/TV Paraiba, TV Centro America, TV Gazeta, TV Gazeta ES, TV Liberal, TV Mirante, TV Morena, TV Sergipe, TV Verdes Mares
| UF | Campo | n | Lula | Flávio | Diferença | 3º colocado | Branco-nulo / indecisos | Abstenção 2022 (1º / 2º turno) | Eleitorado |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| SP | 25–28/09 | 1.800 | 30 | 36 | −6 | Cury 5 | 9 / 12 | 21,6 / 21,1 | 21,6% |
| MG | 25–28/09 | 1.506 | 35 | 31 | +4 empate | Cury 5 | 6 / 14 | 22,3 / 21,0 | 10,4% |
| RJ | 25–28/09 | 1.302 | 31 | 38 | −7 | Cury 4 | 11 / 11 | 22,7 / 22,2 | 8,1% |
| BA | 20–23/09 | 900 | 58 | 23 | +35 | — | 5 / 6 | 21,4 / 20,5 | 7,2% |
| PR | 20–23/09 | 804 | 26 | 40 | −14 | Cury 5 | 6 / 13 | 19,5 / 18,6 | 5,5% |
| RS | 20–23/09 | 900 | 31 | 35 | −4 empate | — | — / 16 | 19,8 / 19,3 | 5,4% |
| PE | 25–28/09 | 1.302 | 58 | 20 | +38 | Cury 3 | 5 / 11 | 18,2 / 17,3 | 4,6% |
| CE | 19–22/09 | 900 | 55 | 23 | +32 | Cury 5 | 7 / 6 | 17,4 / 17,1 | 4,4% |
| PA | 22–25/09 | 804 | 40 | 35 | +5 empate | Cury 7 | 4 / 10 | 21,2 / 22,6 | 4,0% |
| SC | 20–23/09 | 804 | 23 | 50 | −27 | Cury 5 | — / — | 18,4 / 17,4 | 3,6% |
| MA | 21–24/09 | 900 | 59 | 22 | +37 | — | — / — | 22,2 / 23,5 | 3,3% |
| GO | 21–24/09 | 804 | 27 | 33 | −6 empate | Caiado 23 | — / — | 21,7 / 20,5 | 3,2% |
| PB | 18–21/09 | 804 | 54 | 23 | +31 | Cury 6 | — / — | 17,3 / 16,7 | 2,1% |
| ES fonte única | 21–24/09 | 804 | 31 | 37 | −6 empate | — | — / 13 | 20,8 / 20,5 | 1,9% |
| AM | 20–23/09 | 804 | 38 | 32 | +6 empate | Cury 6 | 6 / 14 | 20,1 / 21,9 | 1,8% |
| RN | 21–24/09 | 804 | 52 | 25 | +27 | Cury 6 | — / — | 18,2 / 17,4 | 1,7% |
| MT | 21–24/09 | 804 | 25 | 50 | −25 | Cury 5 | 3 / 11 | 23,4 / 22,5 | 1,7% |
| AL | 21–24/09 | 804 | 44 | 32 | +12 | Cury 5 | 6 / 8 | 22,4 / 23,2 | 1,5% |
| DF | 25–28/09 | 1.104 | 32 | 38 | −6 | Caiado 8 | 6 / — | 17,5 / 16,7 | 1,4% |
| MS | 21–24/09 | 804 | 27 | 42 | −15 | — | — / 13 | 22,1 / 22,4 | 1,3% |
| SE | 20–23/09 | 804 | 54 | 26 | +28 | — | — / — | 18,4 / 18,9 | 1,1% |
| RO | 20–23/09 | 804 | 19 | 53 | −34 | Cury 4 | 6 / 12 | 24,6 / 24,7 | 0,8% |
| TO | 21–24/09 | empate técnico divulgado sem os números | 18,5 / 20,4 | 0,7% | |||||
| AC | 21–24/09 | 804 | 24 | 50 | −26 | Cury 4 | — / — | 22,4 / 28,4 | 0,4% |
| AP fonte única | 21–24/09 | 804 | 42 | 35 | +7 | — | — / — | 19,5 / 27,2 | 0,4% |
| RR | 21–24/09 | 804 | 20 | 59 | −39 | — | — / — | 16,7 / 21,9 | 0,3% |
Quaest · 19 UFs · campo terminado entre 21/09 e 20/10 · 804 a 1.800 entrevistas por UF · contratantes: Globo, Rede Amazonica, TV Anhanguera, TV Bahia, TV Cabo Branco/TV Paraiba, TV Centro America, TV Gazeta, TV Globo, TV Liberal, TV Mirante, TV Sergipe
| UF | Campo | n | Lula | Flávio | Diferença | 3º colocado | Branco-nulo / indecisos | Abstenção 2022 (1º / 2º turno) | Eleitorado |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| SP | 22/09 | 1.800 | 36 | 42 | −6 | — | — / — | 21,6 / 21,1 | 21,6% |
| MG | 28/09 | 1.506 | 41 | 40 | +1 empate | — | 15 / 4 | 22,3 / 21,0 | 10,4% |
| RJ | 28/09 | 1.302 | 34 | 44 | −10 | — | 15 / 7 | 22,7 / 22,2 | 8,1% |
| BA | 23/09 | 900 | 62 | 27 | +35 | — | 7 / 4 | 21,4 / 20,5 | 7,2% |
| PE | 28/09 | 1.302 | 61 | 24 | +37 | — | — / — | 18,2 / 17,3 | 4,6% |
| CE | 22/09 | 900 | 59 | 27 | +32 | — | — / — | 17,4 / 17,1 | 4,4% |
| PA | 25/09 | 804 | 44 | 40 | +4 empate | — | — / — | 21,2 / 22,6 | 4,0% |
| MA | 24/09 | 900 | 63 | 26 | +37 | — | 8 / 3 | 22,2 / 23,5 | 3,3% |
| PB | 21/09 | 804 | 60 | 26 | +34 | — | 10 / 4 | 17,3 / 16,7 | 2,1% |
| ES | 13/10 | 1.098 | 38 | 51 | −13 | — | 6 / 5 | 20,8 / 20,5 | 1,9% |
| AM | 12/10 | 1.098 | 47 | 43 | +4 empate | — | 5 / 5 | 20,1 / 21,9 | 1,8% |
| RN | 12/10 | 1.098 | 59 | 33 | +26 | — | 5 / 3 | 18,2 / 17,4 | 1,7% |
| MT | 24/09 | 804 | 30 | 56 | −26 | — | — / — | 23,4 / 22,5 | 1,7% |
| AL | 24/09 | 804 | 48 | 34 | +14 | — | — / — | 22,4 / 23,2 | 1,5% |
| DF | 20/10 | 1.104 | 39 | 50 | −11 | — | 6 / 5 | 17,5 / 16,7 | 1,4% |
| SE | 23/09 | 804 | 56 | 30 | +26 | — | — / — | 18,4 / 18,9 | 1,1% |
| TO | 13/10 | 1.098 | 42 | 48 | −6 | — | 6 / 4 | 18,5 / 20,4 | 0,7% |
| AC | 12/10 | 1.098 | 28 | 60 | −32 | — | 5 / 7 | 22,4 / 28,4 | 0,4% |
| RR | 24/09 | 804 | 22 | 67 | −45 | — | — / — | 16,7 / 21,9 | 0,3% |
Veritá · 26 UFs · campo terminado entre 15/09 e 19/09 · 1.030 a 3.025 entrevistas por UF · contratantes: próprio
| UF | Campo | n | Lula | Flávio | Diferença | 3º colocado | Branco-nulo / indecisos | Abstenção 2022 (1º / 2º turno) | Eleitorado |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| SP fonte única | 14–19/09 | 3.025 | 38,6 | 47,5 | −8,9 | Renan 5,1 | 3 / — | 21,6 / 21,1 | 21,6% |
| MG fonte única | 12–17/09 | 2.030 | 35,2 | 38,5 | −3,3 empate | Cury 7,2 | 11,9 / — | 22,3 / 21,0 | 10,4% |
| RJ fonte única | 13–18/09 | 2.030 | 37,2 | 50,3 | −13,1 | Cury 4,7 | 2,6 / — | 22,7 / 22,2 | 8,1% |
| BA fonte única | 10–15/09 | 2.020 | 52,3 | 35,7 | +16,6 | Cury 5,3 | 1,3 / — | 21,4 / 20,5 | 7,2% |
| PR fonte única | 13–18/09 | 2.010 | 28,2 | 51,5 | −23,3 | Cury 4,7 | 5,6 / — | 19,5 / 18,6 | 5,5% |
| RS fonte única | 14–19/09 | 2.020 | 35,8 | 50,8 | −15 | Cury 3,9 | 2 / — | 19,8 / 19,3 | 5,4% |
| PE fonte única | 13–18/09 | 2.010 | 51,1 | 36,2 | +14,9 | Cury 6,1 | 2,6 / — | 18,2 / 17,3 | 4,6% |
| CE fonte única | 10–15/09 | 1.525 | 51,7 | 31,5 | +20,2 | Cury 6,9 | 4,6 / — | 17,4 / 17,1 | 4,4% |
| PA fonte única | 12–17/09 | 1.525 | 36,4 | 45,1 | −8,7 | Cury 7,5 | 5,5 / — | 21,2 / 22,6 | 4,0% |
| MA fonte única | 12–17/09 | 1.525 | 51,3 | 34,2 | +17,1 | Cury 7,2 | 1,7 / — | 22,2 / 23,5 | 3,3% |
| GO fonte única | 12–17/09 | 1.525 | 30,4 | 42,3 | −11,9 | Caiado 14,9 | 3,7 / — | 21,7 / 20,5 | 3,2% |
| PB fonte única | 13–18/09 | 1.220 | 47,8 | 36,6 | +11,2 | Cury 7,6 | 2,2 / — | 17,3 / 16,7 | 2,1% |
| ES fonte única | 12–17/09 | 1.220 | 41,4 | 45,1 | −3,7 empate | Cury 8,3 | 0,7 / — | 20,8 / 20,5 | 1,9% |
| AM fonte única | 10–15/09 | 1.220 | 40,1 | 40,6 | −0,5 empate | Cury 7,8 | 7,3 / — | 20,1 / 21,9 | 1,8% |
| PI fonte única | 13–18/09 | 1.220 | 54 | 25,6 | +28,4 | Cury 5,9 | 10,9 / — | 17,7 / 18,7 | 1,7% |
| RN fonte única | 13–18/09 | 1.220 | 53,5 | 33,1 | +20,4 | Cury 6,6 | 2,8 / — | 18,2 / 17,4 | 1,7% |
| MT fonte única | 12–17/09 | 1.220 | 26 | 50,6 | −24,6 | Cury 4,3 | 12,2 / — | 23,4 / 22,5 | 1,7% |
| AL fonte única | 10–15/09 | 1.220 | 48,6 | 36,4 | +12,2 | Cury 5,1 | 4,9 / — | 22,4 / 23,2 | 1,5% |
| DF fonte única | 10–15/09 | 1.220 | 47,3 | 38,3 | +9 | Cury 6 | 0,3 / — | 17,5 / 16,7 | 1,4% |
| MS fonte única | 12–17/09 | 1.220 | 32,2 | 49,3 | −17,1 | Cury 5,5 | 8,9 / — | 22,1 / 22,4 | 1,3% |
| SE fonte única | 14–19/09 | 1.220 | 53,9 | 32,6 | +21,3 | Cury 7,5 | 1,8 / — | 18,4 / 18,9 | 1,1% |
| RO fonte única | 14–19/09 | 1.220 | 28,8 | 60,4 | −31,6 | Cury 4,3 | 1,9 / — | 24,6 / 24,7 | 0,8% |
| TO fonte única | 14–19/09 | 1.220 | 31,1 | 55,7 | −24,6 | Cury 6,2 | 2,5 / — | 18,5 / 20,4 | 0,7% |
| AC fonte única | 10–15/09 | 1.030 | 30,2 | 53,1 | −22,9 | Cury 9,8 | 0,9 / — | 22,4 / 28,4 | 0,4% |
| AP fonte única | 10–15/09 | 1.030 | 40,5 | 41,2 | −0,7 empate | Cury 8,4 | 1,3 / — | 19,5 / 27,2 | 0,4% |
| RR fonte única | 14–19/09 | 1.030 | 21,8 | 65,3 | −43,5 | Cury 5,7 | 4 / — | 16,7 / 21,9 | 0,3% |
Veritá · 26 UFs · campo terminado entre 15/09 e 19/09 · 1.030 a 3.025 entrevistas por UF · contratantes: próprio
| UF | Campo | n | Lula | Flávio | Diferença | 3º colocado | Branco-nulo / indecisos | Abstenção 2022 (1º / 2º turno) | Eleitorado |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| SP | 19/09 | 3.025 | 40,6 | 52,3 | −11,7 | — | 7,2 / — | 21,6 / 21,1 | 21,6% |
| MG | 17/09 | 2.030 | 38,4 | 45,6 | −7,2 | — | 16 / — | 22,3 / 21,0 | 10,4% |
| RJ | 18/09 | 2.030 | 39,3 | 53,4 | −14,1 | — | 7,3 / — | 22,7 / 22,2 | 8,1% |
| BA | 15/09 | 2.020 | 55,1 | 40,5 | +14,6 | — | 4,4 / — | 21,4 / 20,5 | 7,2% |
| PR | 18/09 | 2.010 | 30,6 | 58,9 | −28,3 | — | 10,4 / — | 19,5 / 18,6 | 5,5% |
| RS | 19/09 | 2.020 | 37,9 | 55,7 | −17,8 | — | 6,4 / — | 19,8 / 19,3 | 5,4% |
| PE | 18/09 | 2.010 | 52,9 | 40,1 | +12,8 | — | 7 / — | 18,2 / 17,3 | 4,6% |
| CE | 15/09 | 1.525 | 54,1 | 36 | +18,1 | — | 9,9 / — | 17,4 / 17,1 | 4,4% |
| PA | 17/09 | 1.525 | 39,6 | 48,8 | −9,2 | — | 11,6 / — | 21,2 / 22,6 | 4,0% |
| MA | 17/09 | 1.525 | 53,7 | 38,6 | +15,1 | — | 7,8 / — | 22,2 / 23,5 | 3,3% |
| GO | 17/09 | 1.525 | 33,4 | 53,4 | −20 | — | 13,2 / — | 21,7 / 20,5 | 3,2% |
| PB | 18/09 | 1.220 | 51,6 | 40,9 | +10,7 | — | 7,5 / — | 17,3 / 16,7 | 2,1% |
| ES | 17/09 | 1.220 | 43,1 | 50,9 | −7,8 | — | 6 / — | 20,8 / 20,5 | 1,9% |
| AM | 15/09 | 1.220 | 42,2 | 43,1 | −0,9 empate | — | 14,7 / — | 20,1 / 21,9 | 1,8% |
| PI | 18/09 | 1.220 | 57,6 | 28,7 | +28,9 | — | 13,6 / — | 17,7 / 18,7 | 1,7% |
| RN | 18/09 | 1.220 | 55,4 | 37,4 | +18 | — | 7,1 / — | 18,2 / 17,4 | 1,7% |
| MT | 17/09 | 1.220 | 28,1 | 54,9 | −26,8 | — | 17,1 / — | 23,4 / 22,5 | 1,7% |
| AL | 15/09 | 1.220 | 52,8 | 40,8 | +12 | — | 6,4 / — | 22,4 / 23,2 | 1,5% |
| DF | 15/09 | 1.220 | 49,7 | 45,4 | +4,3 empate | — | 4,9 / — | 17,5 / 16,7 | 1,4% |
| MS | 17/09 | 1.220 | 34,4 | 53,5 | −19,1 | — | 12,1 / — | 22,1 / 22,4 | 1,3% |
| SE | 19/09 | 1.220 | 56,7 | 37,6 | +19,1 | — | 5,7 / — | 18,4 / 18,9 | 1,1% |
| RO | 19/09 | 1.220 | 30,5 | 63,9 | −33,4 | — | 5,6 / — | 24,6 / 24,7 | 0,8% |
| TO | 19/09 | 1.220 | 33,6 | 61,1 | −27,5 | — | 5,3 / — | 18,5 / 20,4 | 0,7% |
| AC | 15/09 | 1.030 | 32,7 | 61,3 | −28,6 | — | 6 / — | 22,4 / 28,4 | 0,4% |
| AP | 15/09 | 1.030 | 43,9 | 46,2 | −2,3 empate | — | 9,9 / — | 19,5 / 27,2 | 0,4% |
| RR | 19/09 | 1.030 | 23,5 | 70,8 | −47,3 | — | 5,6 / — | 16,7 / 21,9 | 0,3% |
AtlasIntel · 18 UFs · campo terminado entre 01/09 e 28/09 · 1.185 a 2.000 entrevistas por UF · contratantes: A Tarde, Estadão, Focus Comunicação e Mídia, Grupo ND, TV Meio Norte, recursos próprios
| UF | Campo | n | Lula | Flávio | Diferença | 3º colocado | Branco-nulo / indecisos | Abstenção 2022 (1º / 2º turno) | Eleitorado |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| SP | 15–20/09 | 1.800 | 39,8 | 45,1 | −5,3 | Renan 7,6 | 0,7 / 1,2 | 21,6 / 21,1 | 21,6% |
| MG fonte única | 30/08–04/09 | 1.804 | 44,3 | 35,4 | +8,9 | Cury 8,9 | — / — | 22,3 / 21,0 | 10,4% |
| RJ fonte única | 15–20/09 | 1.829 | 41,1 | 40,3 | +0,8 empate | Renan 4,7 | — / — | 22,7 / 22,2 | 8,1% |
| BA | 24–28/09 | 2.000 | 57,6 | 27,8 | +29,8 | Cury 3,9 | 2,1 / — | 21,4 / 20,5 | 7,2% |
| PR | 11–16/09 | 1.794 | 34 | 53,7 | −19,7 | Cury 4,1 | 0,4 / 1,8 | 19,5 / 18,6 | 5,5% |
| RS | 15–20/09 | 1.819 | 36,2 | 41,6 | −5,4 | Cury 9,5 | 0,1 / 0,9 | 19,8 / 19,3 | 5,4% |
| PE | 15–20/09 | 1.836 | 58,3 | 29,9 | +28,4 | Cury 3,2 | 2,3 / 0,7 | 18,2 / 17,3 | 4,6% |
| CE | 28/08–02/09 | 1.834 | 51,6 | 25,7 | +25,9 | Cury 12,3 | 1 / 3,7 | 17,4 / 17,1 | 4,4% |
| SC | 04–09/09 | 1.211 | 25 | 48 | −23 | Cury 9,9 | 1,5 / 0,3 | 18,4 / 17,4 | 3,6% |
| GO fonte única | 27/08–01/09 | 1.214 | 26,9 | 38,2 | −11,3 | Caiado 19,2 | 2,1 / 0,3 | 21,7 / 20,5 | 3,2% |
| PB fonte única | 28/08–02/09 | 1.207 | 51,8 | 28,1 | +23,7 | Cury 8,9 | 2,4 / 1,5 | 17,3 / 16,7 | 2,1% |
| AM fonte única | 29/08–03/09 | 1.185 | 39,2 | 41,3 | −2,1 empate | Cury 10 | 0,9 / 0,2 | 20,1 / 21,9 | 1,8% |
| PI | 23–28/09 | 1.218 | 68,5 | 24,6 | +43,9 | Cury 2,4 | 0,6 / 0,6 | 17,7 / 18,7 | 1,7% |
| MT fonte única | 04–09/09 | 1.209 | 31,2 | 53,8 | −22,6 | Cury 5,5 | 0,2 / 0,4 | 23,4 / 22,5 | 1,7% |
| AL fonte única | 04–09/09 | 1.208 | 47,7 | 37 | +10,7 | Cury 7,1 | 1,3 / 0,6 | 22,4 / 23,2 | 1,5% |
| DF fonte única | 27/08–01/09 | 1.193 | 36,8 | 42,4 | −5,6 empate | Cury 9,3 | 0,5 / 0,7 | 17,5 / 16,7 | 1,4% |
| MS fonte única | 27/08–01/09 | 1.204 | 32,6 | 46,6 | −14 | Cury 9,7 | 0,8 / 1 | 22,1 / 22,4 | 1,3% |
| RR | 04–09/09 | 1.200 | 20,7 | 58,6 | −37,9 | Cury 9,2 | 1,2 / 1 | 16,7 / 21,9 | 0,3% |
AtlasIntel · 19 UFs · campo terminado entre 01/09 e 02/10 · 800 a 2.189 entrevistas por UF · contratantes: A Tarde, Estadão, Focus Comunicação e Mídia, Grupo ND, TV Meio Norte, recursos próprios
| UF | Campo | n | Lula | Flávio | Diferença | 3º colocado | Branco-nulo / indecisos | Abstenção 2022 (1º / 2º turno) | Eleitorado |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| SP | 20/09 | 1.800 | 42,8 | 48,8 | −6 | — | 8,3 / 0 | 21,6 / 21,1 | 21,6% |
| MG | 02/10 | 2.189 | 47,4 | 50,2 | −2,8 empate | — | 2,4 / — | 22,3 / 21,0 | 10,4% |
| RJ | 20/09 | 1.829 | 44,7 | 44,9 | −0,2 empate | — | — / — | 22,7 / 22,2 | 8,1% |
| BA | 28/09 | 2.000 | 61,3 | 31,4 | +29,9 | — | 7,3 / — | 21,4 / 20,5 | 7,2% |
| PR | 16/09 | 1.794 | 38,8 | 57,5 | −18,7 | — | 3,7 / — | 19,5 / 18,6 | 5,5% |
| RS | 20/09 | 1.819 | 44,4 | 47,9 | −3,5 empate | — | — / — | 19,8 / 19,3 | 5,4% |
| PE | 20/09 | 1.836 | 60,5 | 32,7 | +27,8 | — | 6,9 / 0 | 18,2 / 17,3 | 4,6% |
| CE | 02/09 | 1.834 | 54,6 | 30,1 | +24,5 | — | 15,3 / — | 17,4 / 17,1 | 4,4% |
| SC | 09/09 | 1.211 | 27,5 | 61,5 | −34 | — | 11 / — | 18,4 / 17,4 | 3,6% |
| GO | 01/09 | 1.214 | 32,9 | 54,6 | −21,7 | — | 12,5 / — | 21,7 / 20,5 | 3,2% |
| PB | 02/10 | 1.268 | 61,4 | 33,9 | +27,5 | — | 4,7 / — | 17,3 / 16,7 | 2,1% |
| AM | 03/09 | 1.185 | 41,3 | 48 | −6,7 | — | 10,7 / — | 20,1 / 21,9 | 1,8% |
| PI | 28/09 | 1.218 | 70 | 26 | +44 | — | 4 / — | 17,7 / 18,7 | 1,7% |
| MT | 09/09 | 1.209 | 35,2 | 59,1 | −23,9 | — | 5,7 / — | 23,4 / 22,5 | 1,7% |
| AL | 09/09 | 1.208 | 50,6 | 40 | +10,6 | — | 9,4 / — | 22,4 / 23,2 | 1,5% |
| DF | 02/10 | 1.200 | 39,6 | 55,3 | −15,7 | — | 5,1 / — | 17,5 / 16,7 | 1,4% |
| MS | 01/09 | 1.204 | 36,1 | 57,1 | −21 | — | 6,8 / — | 22,1 / 22,4 | 1,3% |
| AP | 02/10 | 800 | 50,7 | 43,5 | +7,2 | — | 5,8 / — | 19,5 / 27,2 | 0,4% |
| RR | 02/10 | 800 | 29,3 | 65,3 | −36 | — | 5,4 / — | 16,7 / 21,9 | 0,3% |
Real Time Big Data · 12 UFs · campo terminado entre 09/09 e 02/10 · 1.600 a 2.000 entrevistas por UF · contratantes: recursos próprios
| UF | Campo | n | Lula | Flávio | Diferença | 3º colocado | Branco-nulo / indecisos | Abstenção 2022 (1º / 2º turno) | Eleitorado |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| SP | 24–28/09 | 2.000 | 36 | 43 | −7 | Renan 6 | 3 / 3 | 21,6 / 21,1 | 21,6% |
| MG | 28/09–02/10 | 2.000 | 42 | 40 | +2 empate | Renan 4 | 2 / 2 | 22,3 / 21,0 | 10,4% |
| RJ | 25–29/09 | 2.000 | 35 | 44 | −9 | Cury 5 | 3 / 3 | 22,7 / 22,2 | 8,1% |
| BA | 23–26/09 | 1.600 | 61 | 24 | +37 | Cury 3 | 4 / 2 | 21,4 / 20,5 | 7,2% |
| PR | 24–28/09 | 1.600 | 30 | 49 | −19 | Cury 4 | 5 / 3 | 19,5 / 18,6 | 5,5% |
| RS fonte única | 24–28/09 | 1.600 | 41 | 44 | −3 empate | Cury 4 | 2 / 1 | 19,8 / 19,3 | 5,4% |
| PE | 23–26/09 | 1.600 | 60 | 26 | +34 | Cury 4 | 2 / 2 | 18,2 / 17,3 | 4,6% |
| CE fonte única | 21–24/09 | 1.600 | 60 | 26 | +34 | Cury 4 | 2 / 2 | 17,4 / 17,1 | 4,4% |
| PA fonte única | 23–26/09 | 1.600 | 45 | 36 | +9 | Cury 4 | 6 / 2 | 21,2 / 22,6 | 4,0% |
| SC | 12–16/09 | 1.600 | 26 | 52 | −26 | Cury 5 | 2 / 2 | 18,4 / 17,4 | 3,6% |
| GO | 17–21/09 | 1.600 | 26 | 30 | −4 empate | Caiado 31 | 2 / 1 | 21,7 / 20,5 | 3,2% |
| MS fonte única | 05–09/09 | 1.600 | 33 | 43 | −10 | Renan 5 | 4 / 2 | 22,1 / 22,4 | 1,3% |
Real Time Big Data · 12 UFs · campo terminado entre 09/09 e 02/10 · 1.600 a 2.000 entrevistas por UF · contratantes: recursos próprios
| UF | Campo | n | Lula | Flávio | Diferença | 3º colocado | Branco-nulo / indecisos | Abstenção 2022 (1º / 2º turno) | Eleitorado |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| SP | 28/09 | 2.000 | 43 | 51 | −8 | — | — / — | 21,6 / 21,1 | 21,6% |
| MG | 02/10 | 2.000 | 46 | 46 | 0 empate | — | 4 / 4 | 22,3 / 21,0 | 10,4% |
| RJ | 29/09 | 2.000 | 41 | 52 | −11 | — | 4 / 3 | 22,7 / 22,2 | 8,1% |
| BA | 26/09 | 1.600 | 64 | 28 | +36 | — | 5 / 3 | 21,4 / 20,5 | 7,2% |
| PR | 28/09 | 1.600 | 30 | 61 | −31 | — | 5 / 4 | 19,5 / 18,6 | 5,5% |
| RS | 28/09 | 1.600 | 43 | 53 | −10 | — | 2 / 2 | 19,8 / 19,3 | 5,4% |
| PE | 26/09 | 1.600 | 61 | 35 | +26 | — | 2 / 2 | 18,2 / 17,3 | 4,6% |
| CE | 24/09 | 1.600 | 63 | 28 | +35 | — | 4 / 5 | 17,4 / 17,1 | 4,4% |
| SC | 16/09 | 1.600 | 30 | 62 | −32 | — | 5 / 3 | 18,4 / 17,4 | 3,6% |
| MA | 09/09 | 1.600 | 65 | 30 | +35 | — | 2 / 3 | 22,2 / 23,5 | 3,3% |
| GO | 21/09 | 1.600 | 33 | 57 | −24 | — | 6 / 4 | 21,7 / 20,5 | 3,2% |
| MS | 09/09 | 1.600 | 38 | 52 | −14 | — | 5 / 5 | 22,1 / 22,4 | 1,3% |
Datafolha · 5 UFs · campo terminado entre 30/09 e 01/10 · 910 a 1.610 entrevistas por UF · contratantes: Globo e Folha de S.Paulo
| UF | Campo | n | Lula | Flávio | Diferença | 3º colocado | Branco-nulo / indecisos | Abstenção 2022 (1º / 2º turno) | Eleitorado |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| SP | 28–30/09 | 1.610 | 38 | 39 | −1 empate | Cury 5 | 4 / 2 | 21,6 / 21,1 | 21,6% |
| MG | 28/09–01/10 | 1.204 | 42 | 36 | +6 | Caiado 4 | 3 / 4 | 22,3 / 21,0 | 10,4% |
| RJ | 28/09–01/10 | 1.204 | 38 | 45 | −7 | Cury 3 | 4 / 2 | 22,7 / 22,2 | 8,1% |
| PE | 28/09–01/10 | 1.204 | 61 | 25 | +36 | Cury 3 | 4 / 2 | 18,2 / 17,3 | 4,6% |
| DF | 28–30/09 | 910 | 35 | 44 | −9 | Caiado 9 | 3 / 2 | 17,5 / 16,7 | 1,4% |
Datafolha · 5 UFs · campo terminado entre 30/09 e 08/10 · 910 a 1.610 entrevistas por UF · contratantes: Folha de S.Paulo; TV Globo, Globo e Folha de S.Paulo
| UF | Campo | n | Lula | Flávio | Diferença | 3º colocado | Branco-nulo / indecisos | Abstenção 2022 (1º / 2º turno) | Eleitorado |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| SP | 30/09 | 1.610 | 45 | 48 | −3 empate | — | 7 / 1 | 21,6 / 21,1 | 21,6% |
| MG | 01/10 | 1.204 | 48 | 44 | +4 empate | — | 7 / 1 | 22,3 / 21,0 | 10,4% |
| RJ | 01/10 | 1.204 | 42 | 51 | −9 | — | 6 / 1 | 22,7 / 22,2 | 8,1% |
| PE | 01/10 | 1.204 | 65 | 29 | +36 | — | 6 / 1 | 18,2 / 17,3 | 4,6% |
| DF | 08/10 | 910 | 43 | 49 | −6 empate | — | 6 / 2 | 17,5 / 16,7 | 1,4% |
DataTempo · 1 UF · campo terminado entre 27/09 e 27/09 · 1.000 a 1.000 entrevistas por UF · contratantes: Sempre Editora (O Tempo)
| UF | Campo | n | Lula | Flávio | Diferença | 3º colocado | Branco-nulo / indecisos | Abstenção 2022 (1º / 2º turno) | Eleitorado |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| MG fonte única | 24–27/09 | 1.000 | 40,2 | 30,9 | +9,3 | Cury 5,8 | — / — | 22,3 / 21,0 | 10,4% |
sem pesquisa nesta seleção
| UF | Campo | n | Lula | Flávio | Diferença | 3º colocado | Branco-nulo / indecisos | Abstenção 2022 (1º / 2º turno) | Eleitorado | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Sem pesquisa nesta seleção. | ||||||||||
sem pesquisa nesta seleção
| UF | Campo | n | Lula | Flávio | Diferença | 3º colocado | Branco-nulo / indecisos | Abstenção 2022 (1º / 2º turno) | Eleitorado | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Sem pesquisa nesta seleção. | ||||||||||
Paraná Pesquisas · 1 UF · campo terminado entre 17/10 e 17/10 · 1.500 a 1.500 entrevistas por UF · contratantes: FIETO
| UF | Campo | n | Lula | Flávio | Diferença | 3º colocado | Branco-nulo / indecisos | Abstenção 2022 (1º / 2º turno) | Eleitorado |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| TO | 17/10 | 1.500 | 41,9 | 52,9 | −11 | — | 3,1 / 2,1 | 18,5 / 20,4 | 0,7% |
sem pesquisa nesta seleção
| UF | Campo | n | Lula | Flávio | Diferença | 3º colocado | Branco-nulo / indecisos | Abstenção 2022 (1º / 2º turno) | Eleitorado | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Sem pesquisa nesta seleção. | ||||||||||
PoderData · 1 UF · campo terminado entre 11/10 e 11/10 · 1.200 a 1.200 entrevistas por UF · contratantes: RealtimeAM
| UF | Campo | n | Lula | Flávio | Diferença | 3º colocado | Branco-nulo / indecisos | Abstenção 2022 (1º / 2º turno) | Eleitorado |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| AM | 11/10 | 1.200 | 49 | 49 | 0 empate | — | 2 / 1 | 20,1 / 21,9 | 1,8% |
AtlasIntel, Datafolha, Quaest, Real Time Big Data · 27 UFs · campo terminado entre 21/09 e 02/10 · 804 a 2.000 entrevistas por UF · contratantes: A Tarde, Globo e Folha de S.Paulo, Inter TV, NSC, Rede Amazonica, TV Anhanguera, TV Cabo Branco/TV Paraiba, TV Centro America, TV Gazeta, TV Gazeta ES, TV Meio Norte, TV Mirante, TV Morena, TV Sergipe, recursos próprios
| UF | Instituto | Campo | n | Lula | Flávio | Diferença | 3º colocado | Branco-nulo / indecisos | Abstenção 2022 (1º / 2º turno) | Eleitorado |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| SP | Datafolha | 28–30/09 | 1.610 | 38 | 39 | −1 empate | Cury 5 | 4 / 2 | 21,6 / 21,1 | 21,6% |
| MG | Real Time Big Data | 28/09–02/10 | 2.000 | 42 | 40 | +2 empate | Renan 4 | 2 / 2 | 22,3 / 21,0 | 10,4% |
| RJ | Datafolha | 28/09–01/10 | 1.204 | 38 | 45 | −7 | Cury 3 | 4 / 2 | 22,7 / 22,2 | 8,1% |
| BA | AtlasIntel | 24–28/09 | 2.000 | 57,6 | 27,8 | +29,8 | Cury 3,9 | 2,1 / — | 21,4 / 20,5 | 7,2% |
| PR | Real Time Big Data | 24–28/09 | 1.600 | 30 | 49 | −19 | Cury 4 | 5 / 3 | 19,5 / 18,6 | 5,5% |
| RS fonte única | Real Time Big Data | 24–28/09 | 1.600 | 41 | 44 | −3 empate | Cury 4 | 2 / 1 | 19,8 / 19,3 | 5,4% |
| PE | Datafolha | 28/09–01/10 | 1.204 | 61 | 25 | +36 | Cury 3 | 4 / 2 | 18,2 / 17,3 | 4,6% |
| CE fonte única | Real Time Big Data | 21–24/09 | 1.600 | 60 | 26 | +34 | Cury 4 | 2 / 2 | 17,4 / 17,1 | 4,4% |
| PA fonte única | Real Time Big Data | 23–26/09 | 1.600 | 45 | 36 | +9 | Cury 4 | 6 / 2 | 21,2 / 22,6 | 4,0% |
| SC | Quaest | 20–23/09 | 804 | 23 | 50 | −27 | Cury 5 | — / — | 18,4 / 17,4 | 3,6% |
| MA | Quaest | 21–24/09 | 900 | 59 | 22 | +37 | — | — / — | 22,2 / 23,5 | 3,3% |
| GO | Quaest | 21–24/09 | 804 | 27 | 33 | −6 empate | Caiado 23 | — / — | 21,7 / 20,5 | 3,2% |
| PB | Quaest | 18–21/09 | 804 | 54 | 23 | +31 | Cury 6 | — / — | 17,3 / 16,7 | 2,1% |
| ES fonte única | Quaest | 21–24/09 | 804 | 31 | 37 | −6 empate | — | — / 13 | 20,8 / 20,5 | 1,9% |
| AM | Quaest | 20–23/09 | 804 | 38 | 32 | +6 empate | Cury 6 | 6 / 14 | 20,1 / 21,9 | 1,8% |
| PI | AtlasIntel | 23–28/09 | 1.218 | 68,5 | 24,6 | +43,9 | Cury 2,4 | 0,6 / 0,6 | 17,7 / 18,7 | 1,7% |
| RN | Quaest | 21–24/09 | 804 | 52 | 25 | +27 | Cury 6 | — / — | 18,2 / 17,4 | 1,7% |
| MT | Quaest | 21–24/09 | 804 | 25 | 50 | −25 | Cury 5 | 3 / 11 | 23,4 / 22,5 | 1,7% |
| AL | Quaest | 21–24/09 | 804 | 44 | 32 | +12 | Cury 5 | 6 / 8 | 22,4 / 23,2 | 1,5% |
| DF | Datafolha | 28–30/09 | 910 | 35 | 44 | −9 | Caiado 9 | 3 / 2 | 17,5 / 16,7 | 1,4% |
| MS | Quaest | 21–24/09 | 804 | 27 | 42 | −15 | — | — / 13 | 22,1 / 22,4 | 1,3% |
| SE | Quaest | 20–23/09 | 804 | 54 | 26 | +28 | — | — / — | 18,4 / 18,9 | 1,1% |
| RO | Quaest | 20–23/09 | 804 | 19 | 53 | −34 | Cury 4 | 6 / 12 | 24,6 / 24,7 | 0,8% |
| TO | Quaest | 21–24/09 | empate técnico divulgado sem os números | 18,5 / 20,4 | 0,7% | |||||
| AC | Quaest | 21–24/09 | 804 | 24 | 50 | −26 | Cury 4 | — / — | 22,4 / 28,4 | 0,4% |
| AP fonte única | Quaest | 21–24/09 | 804 | 42 | 35 | +7 | — | — / — | 19,5 / 27,2 | 0,4% |
| RR | Quaest | 21–24/09 | 804 | 20 | 59 | −39 | — | — / — | 16,7 / 21,9 | 0,3% |
AtlasIntel, Datafolha, Paraná Pesquisas, Quaest, Real Time Big Data, Veritá · 27 UFs · campo terminado entre 16/09 e 20/10 · 800 a 2.000 entrevistas por UF · contratantes: A Tarde, FIETO, Globo e Folha de S.Paulo, TV Centro America, TV Gazeta, TV Globo, TV Liberal, TV Meio Norte, TV Mirante, TV Sergipe, próprio, recursos próprios
| UF | Instituto | Campo | n | Lula | Flávio | Diferença | 3º colocado | Branco-nulo / indecisos | Abstenção 2022 (1º / 2º turno) | Eleitorado |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| SP | Datafolha | 30/09 | 1.610 | 45 | 48 | −3 empate | — | 7 / 1 | 21,6 / 21,1 | 21,6% |
| MG | Real Time Big Data | 02/10 | 2.000 | 46 | 46 | 0 empate | — | 4 / 4 | 22,3 / 21,0 | 10,4% |
| RJ | Datafolha | 01/10 | 1.204 | 42 | 51 | −9 | — | 6 / 1 | 22,7 / 22,2 | 8,1% |
| BA | AtlasIntel | 28/09 | 2.000 | 61,3 | 31,4 | +29,9 | — | 7,3 / — | 21,4 / 20,5 | 7,2% |
| PR | Real Time Big Data | 28/09 | 1.600 | 30 | 61 | −31 | — | 5 / 4 | 19,5 / 18,6 | 5,5% |
| RS | Real Time Big Data | 28/09 | 1.600 | 43 | 53 | −10 | — | 2 / 2 | 19,8 / 19,3 | 5,4% |
| PE | Datafolha | 01/10 | 1.204 | 65 | 29 | +36 | — | 6 / 1 | 18,2 / 17,3 | 4,6% |
| CE | Real Time Big Data | 24/09 | 1.600 | 63 | 28 | +35 | — | 4 / 5 | 17,4 / 17,1 | 4,4% |
| PA | Quaest | 25/09 | 804 | 44 | 40 | +4 empate | — | — / — | 21,2 / 22,6 | 4,0% |
| SC | Real Time Big Data | 16/09 | 1.600 | 30 | 62 | −32 | — | 5 / 3 | 18,4 / 17,4 | 3,6% |
| MA | Quaest | 24/09 | 900 | 63 | 26 | +37 | — | 8 / 3 | 22,2 / 23,5 | 3,3% |
| GO | Real Time Big Data | 21/09 | 1.600 | 33 | 57 | −24 | — | 6 / 4 | 21,7 / 20,5 | 3,2% |
| PB | AtlasIntel | 02/10 | 1.268 | 61,4 | 33,9 | +27,5 | — | 4,7 / — | 17,3 / 16,7 | 2,1% |
| ES | Quaest | 13/10 | 1.098 | 38 | 51 | −13 | — | 6 / 5 | 20,8 / 20,5 | 1,9% |
| AM | Quaest | 12/10 | 1.098 | 47 | 43 | +4 empate | — | 5 / 5 | 20,1 / 21,9 | 1,8% |
| PI | AtlasIntel | 28/09 | 1.218 | 70 | 26 | +44 | — | 4 / — | 17,7 / 18,7 | 1,7% |
| RN | Quaest | 12/10 | 1.098 | 59 | 33 | +26 | — | 5 / 3 | 18,2 / 17,4 | 1,7% |
| MT | Quaest | 24/09 | 804 | 30 | 56 | −26 | — | — / — | 23,4 / 22,5 | 1,7% |
| AL | Quaest | 24/09 | 804 | 48 | 34 | +14 | — | — / — | 22,4 / 23,2 | 1,5% |
| DF | Quaest | 20/10 | 1.104 | 39 | 50 | −11 | — | 6 / 5 | 17,5 / 16,7 | 1,4% |
| MS | Veritá | 17/09 | 1.220 | 34,4 | 53,5 | −19,1 | — | 12,1 / — | 22,1 / 22,4 | 1,3% |
| SE | Quaest | 23/09 | 804 | 56 | 30 | +26 | — | — / — | 18,4 / 18,9 | 1,1% |
| RO | Veritá | 19/09 | 1.220 | 30,5 | 63,9 | −33,4 | — | 5,6 / — | 24,6 / 24,7 | 0,8% |
| TO | Paraná Pesquisas | 17/10 | 1.500 | 41,9 | 52,9 | −11 | — | 3,1 / 2,1 | 18,5 / 20,4 | 0,7% |
| AC | Quaest | 12/10 | 1.098 | 28 | 60 | −32 | — | 5 / 7 | 22,4 / 28,4 | 0,4% |
| AP | AtlasIntel | 02/10 | 800 | 50,7 | 43,5 | +7,2 | — | 5,8 / — | 19,5 / 27,2 | 0,4% |
| RR | AtlasIntel | 02/10 | 800 | 29,3 | 65,3 | −36 | — | 5,4 / — | 16,7 / 21,9 | 0,3% |
Cada número foi conferido em ao menos dois veículos, exceto os marcados como fonte única. A rodada Quaest (Globo e afiliadas, presencial, 804 a 1.800 entrevistas por UF) teve campo entre 18 e 28/set; SP, MG, RJ, PE e DF numa segunda onda, de 25 a 28/set. Uma compilação da Band de 1º/out misturava ondas de agosto e setembro e não foi usada. "—" = dado não publicado na matéria consultada. A abstenção de 2022 vem do TSE (via CNN Brasil) e serve de referência para o comparecimento; pesquisas estaduais não medem abstenção, só quem diz que vai votar em branco, anular ou não comparecer.
Em uma frase: somando os estados com pesquisa recente (8% do eleitorado), o placar nacional estimado é +3,6 pontos para Lula, contra -0,9 nas pesquisas nacionais — a leitura estadual é 4,5 pontos mais favorável a Lula. Ela ainda não entra na simulação (cobertura 8% < 30%).
| UF | Margem 2022 | Margem 2026 (ajustada) | Swing bruto | Swing ajustado | Peso no eleitorado | Pesquisas | Institutos · campo |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| ES | -16,1 | -12,8 | +3,3 | +2,8 | 1,9% | 1 | Quaest · até 13/10 |
| AM | +2,2 | +5,0 | +2,8 | +2,1 | 1,8% | 2 | PoderData, Quaest · até 12/10 |
| RN | +30,2 | +30,3 | +0,1 | +0,5 | 1,7% | 1 | Quaest · até 12/10 |
| DF | -17,6 | -8,7 | +8,8 | +7,8 | 1,4% | 3 | Datafolha, Quaest · até 20/10 |
| TO | +2,7 | -8,0 | -11,0 | -8,2 | 0,7% | 2 | Paraná Pesquisas, Quaest · até 17/10 |
| AC | -40,6 | -34,4 | +6,2 | +3,8 | 0,4% | 1 | Quaest · até 12/10 |
Margens em pontos de votos válidos (Lula − Flávio; em 2022, Lula − Bolsonaro, resultado oficial do TSE por UF). Pesos pelo eleitorado apto de 2026. Entram as pesquisas estaduais de 2º turno Lula × Flávio com campo nos últimos 45 dias; 13 das 98 têm fonte única (as demais foram confirmadas em duas fontes). Antes do cálculo, cada pesquisa estadual recebe dois ajustes: desconta-se o efeito de casa nacional do instituto (hoje, em média, +0,9 ponto) e soma-se o quanto o placar nacional andou entre o fim do campo e hoje (em média, +0,9 ponto — as ondas do Datafolha são de agosto, quando Lula estava melhor). O encolhimento é em dois níveis, estado → região → país: estados sem pesquisa recebem a média da sua região (Nordeste +1,2, Sudeste +2,1, Sul 0,0). Pesquisas estaduais têm erro maior que o amostral, então o modelo soma 3 p.p. de erro por pesquisa e 1,5 p.p. de erro comum a todas.
O mapa dos municípios (2,2 MB de desenho) é carregado à parte, assim que esta parte da página se aproxima da tela.
| Município | Eleitores | Margem 2022 | Margem 2026 | Variação |
|---|---|---|---|---|
| Osasco SP | 583.991 | +0,8 | −2,1 | −3,2 |
| Ribeirão das Neves MG | 218.584 | +1,3 | −2,6 | −4,1 |
| Cotia SP | 194.159 | +1,7 | −4,4 | −6,7 |
| Araraquara SP | 170.310 | +1,0 | −1,0 | −2,1 |
| Teixeira de Freitas BA | 105.045 | +0,7 | −4,1 | −5,1 |
| Sapucaia do Sul RS | 102.445 | +2,3 | −3,5 | −6,2 |
| Sabará MG | 94.323 | +1,2 | −1,6 | −3,0 |
| Bagé RS | 87.802 | +7,4 | −0,4 | −7,9 |
| Nova Lima MG | 77.107 | +2,3 | −3,5 | −6,2 |
| Jandira SP | 76.022 | +1,6 | −1,7 | −3,6 |
| Município | Eleitores | Margem 2022 | Margem 2026 | Variação |
|---|---|---|---|---|
| Jequiá da Praia AL | 8.245 | −0,4 | +2,2 | +2,7 |
Margem = Lula menos o adversário, em pontos dos votos válidos. As duas eleições não são iguais: 2022 é o 2º turno, com dois candidatos; 2026 é o 1º turno, com sete, e os votos de Cury, Renan, Caiado e Zema saem dos dois lados. Para a variação e para a intensidade das cores de 2026, a margem de 2026 é calculada só entre Lula e Flávio (Lula − Flávio sobre Lula + Flávio), comparável à de 2022; ela não diz para onde vão os votos dos demais no 2º turno. Na tabela, "Variação" segue essa mesma conta. Boa Esperança do Norte/MT foi instalado depois de 2022 e ainda não está na malha do IBGE usada aqui: entra nas contagens de 2026, mas não aparece no mapa; 4 municípios empataram em 2022 ou em 2026 e ficam sem seta (Crixás do Tocantins/TO, Guará/SP, Trabiju/SP, Irati/SC). Fontes: TSE (divulgação de resultados de 2026, eleição 6257, arquivos por município; Dados Abertos, votação por município e zona de 2022) e IBGE (malha municipal, qualidade mínima).
#exterior- e o nome dela, como #exterior-Lisboa.O mapa (0,5 MB de desenho e dados) é carregado à parte, assim que esta parte da página se aproxima da tela.
| Cidade | Aptos | Abst. % | Ausentes | Lula % | Flávio % | 3ª via % | Br.+nulos % | Margem | Var. desde 2022 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Portugal | 78.607 | 63,6 | 49.964 | 53,5 | 37,8 | 8,7 | 2,5 | +15,8 | −11,7 |
| Estados Unidos | 53.358 | 69,3 | 36.968 | 24,4 | 69,8 | 5,9 | 1,8 | −45,4 | +3,3 |
| Portugal | 47.496 | 57,3 | 27.217 | 52,5 | 38,3 | 9,2 | 2,7 | +14,2 | −14,0 |
| Japão | 44.536 | 63,4 | 28.219 | 13,1 | 74,5 | 12,4 | 5,6 | −61,4 | +1,4 |
| Estados Unidos | 40.053 | 69,3 | 27.775 | 18,8 | 74,2 | 7,0 | 2,1 | −55,4 | +2,8 |
| Estados Unidos | 38.953 | 74,0 | 28.819 | 46,2 | 47,4 | 6,4 | 2,4 | −1,2 | +5,2 |
| Reino Unido | 37.448 | 60,5 | 22.651 | 56,3 | 36,1 | 7,6 | 2,2 | +20,2 | +1,6 |
| Japão | 30.028 | 55,4 | 16.636 | 18,8 | 67,9 | 13,3 | 7,4 | −49,2 | +4,0 |
| França | 26.957 | 60,9 | 16.417 | 77,9 | 16,0 | 6,1 | 1,9 | +61,9 | +0,0 |
| Estados Unidos | 26.386 | 65,9 | 17.392 | 15,0 | 78,7 | 6,3 | 1,4 | −63,7 | — |
| Itália | 24.594 | 69,7 | 17.139 | 50,2 | 40,6 | 9,2 | 3,9 | +9,6 | +5,4 |
| Espanha | 23.464 | 70,9 | 16.631 | 54,5 | 35,7 | 9,8 | 4,1 | +18,7 | +8,6 |
| Canadá | 20.953 | 57,1 | 11.954 | 53,7 | 38,2 | 8,1 | 3,4 | +15,5 | +5,3 |
| Estados Unidos | 18.262 | 74,8 | 13.653 | 47,4 | 44,4 | 8,2 | 2,5 | +3,0 | +4,8 |
| Estados Unidos | 18.146 | 73,3 | 13.310 | 51,4 | 39,5 | 9,1 | 2,7 | +11,9 | +12,0 |
| Espanha | 17.254 | 69,9 | 12.069 | 73,2 | 19,7 | 7,1 | 2,7 | +53,5 | +6,5 |
| Irlanda | 16.720 | 49,7 | 8.303 | 72,6 | 18,8 | 8,6 | 1,4 | +53,8 | −4,7 |
| Estados Unidos | 16.438 | 72,6 | 11.938 | 29,3 | 59,8 | 10,9 | 4,0 | −30,6 | −3,6 |
| Estados Unidos | 16.301 | 69,2 | 11.279 | 24,9 | 66,8 | 8,3 | 2,4 | −41,9 | +2,5 |
| Estados Unidos | 15.492 | 74,9 | 11.596 | 57,5 | 35,0 | 7,5 | 2,9 | +22,6 | +2,5 |
| Suíça | 15.099 | 60,3 | 9.098 | 50,0 | 39,7 | 10,3 | 3,5 | +10,3 | +4,3 |
| Alemanha | 15.066 | 45,5 | 6.862 | 81,1 | 11,5 | 7,4 | 2,3 | +69,6 | +3,1 |
| Itália | 14.153 | 67,4 | 9.537 | 57,6 | 33,3 | 9,0 | 4,0 | +24,3 | +7,2 |
| Austrália | 14.031 | 59,4 | 8.337 | 55,7 | 32,0 | 12,2 | 2,8 | +23,7 | +2,7 |
| Japão | 13.729 | 49,6 | 6.811 | 13,7 | 72,6 | 13,8 | 6,4 | −58,9 | +2,5 |
| Alemanha | 13.374 | 59,5 | 7.951 | 63,6 | 24,3 | 12,0 | 2,5 | +39,3 | +5,9 |
| Alemanha | 12.961 | 56,6 | 7.342 | 66,6 | 24,0 | 9,4 | 2,2 | +42,5 | +3,9 |
| Países Baixos | 12.752 | 49,4 | 6.302 | 73,7 | 17,2 | 9,1 | 2,7 | +56,5 | +5,3 |
| Estados Unidos | 12.452 | 77,7 | 9.673 | 55,1 | 35,4 | 9,5 | 3,1 | +19,7 | +10,0 |
| Canadá | 12.082 | 51,1 | 6.170 | 56,4 | 32,8 | 10,8 | 3,4 | +23,6 | −0,5 |
| Suíça | 11.883 | 55,9 | 6.646 | 45,4 | 44,0 | 10,6 | 3,3 | +1,4 | +0,7 |
| Argentina | 11.748 | 53,7 | 6.313 | 66,1 | 27,3 | 6,6 | 2,3 | +38,8 | +9,3 |
| Canadá | 10.953 | 44,3 | 4.852 | 64,9 | 24,7 | 10,4 | 3,5 | +40,2 | +6,9 |
| Bélgica | 10.073 | 49,5 | 4.982 | 50,6 | 39,4 | 10,1 | 2,3 | +11,2 | −6,4 |
| Estados Unidos | 9.181 | 78,7 | 7.230 | 29,4 | 63,7 | 6,9 | 2,9 | −34,3 | −8,9 |
| Líbano | 8.919 | 54,1 | 4.822 | 65,4 | 29,3 | 5,3 | 5,2 | +36,1 | +19,8 |
| Portugal | 8.271 | 66,6 | 5.510 | 41,1 | 48,9 | 10,0 | 3,3 | −7,8 | −12,7 |
| Austrália | 6.243 | 56,7 | 3.538 | 57,0 | 31,0 | 12,0 | 4,1 | +26,0 | +1,3 |
| Paraguai | 5.094 | 49,2 | 2.508 | 8,1 | 89,5 | 2,5 | 3,2 | −81,4 | +0,5 |
| Suécia | 4.866 | 46,4 | 2.259 | 69,7 | 19,9 | 10,4 | 2,6 | +49,8 | +2,2 |
| Reino Unido | 4.447 | 84,4 | 3.753 | 72,1 | 20,5 | 7,4 | 2,4 | +51,6 | — |
| México | 3.958 | 66,8 | 2.643 | 45,5 | 45,8 | 8,6 | 2,3 | −0,3 | +4,4 |
| Chile | 3.551 | 41,7 | 1.482 | 47,1 | 41,0 | 11,9 | 4,7 | +6,0 | +7,8 |
| Israel | 3.442 | 78,8 | 2.712 | 13,1 | 74,3 | 12,6 | 3,6 | −61,2 | −63,2 |
| Áustria | 3.134 | 51,4 | 1.612 | 66,6 | 21,1 | 12,3 | 3,4 | +45,4 | +8,4 |
| Nova Zelândia | 3.118 | 89,1 | 2.779 | 70,5 | 19,3 | 10,2 | 2,1 | +51,2 | +16,4 |
| Guiana Francesa | 3.117 | 63,0 | 1.965 | 44,6 | 47,8 | 7,6 | 5,9 | −3,1 | +6,0 |
| Emirados Árabes Unidos | 2.988 | 53,3 | 1.592 | 37,8 | 48,6 | 13,6 | 2,9 | −10,8 | +6,4 |
| Dinamarca | 2.856 | 46,7 | 1.334 | 79,0 | 13,2 | 7,8 | 3,0 | +65,8 | +3,2 |
| Bolívia | 2.765 | 46,7 | 1.292 | 13,6 | 81,4 | 5,0 | 3,1 | −67,8 | +1,2 |
| França | 2.660 | 67,1 | 1.785 | 82,4 | 12,0 | 5,6 | 0,8 | +70,4 | — |
| Uruguai | 2.448 | 45,1 | 1.105 | 54,3 | 36,8 | 8,9 | 6,0 | +17,5 | +3,2 |
| Canadá | 2.357 | 39,2 | 923 | 58,3 | 29,0 | 12,6 | 5,1 | +29,3 | +5,4 |
| Paraguai | 2.205 | 47,8 | 1.054 | 23,6 | 69,7 | 6,7 | 7,8 | −46,2 | −0,7 |
| Noruega | 2.185 | 58,4 | 1.276 | 67,0 | 22,4 | 10,6 | 2,8 | +44,6 | −2,4 |
| Palestina | 2.135 | 43,7 | 933 | 93,2 | 4,0 | 2,9 | 3,7 | +89,2 | +10,7 |
| Peru | 1.616 | 53,0 | 856 | 34,0 | 52,1 | 14,0 | 3,9 | −18,1 | −5,4 |
| Colômbia | 1.499 | 62,9 | 943 | 46,5 | 47,8 | 5,7 | 5,2 | −1,3 | −14,3 |
| Jordânia | 1.489 | 44,1 | 656 | 86,2 | 7,5 | 6,3 | 6,0 | +78,7 | +30,9 |
| Suriname | 1.430 | 60,8 | 870 | 22,4 | 67,8 | 9,8 | 3,6 | −45,4 | −4,3 |
| Panamá | 1.399 | 51,6 | 722 | 35,9 | 51,1 | 13,1 | 2,8 | −15,2 | +4,3 |
| Finlândia | 1.278 | 43,8 | 560 | 68,5 | 22,4 | 9,1 | 3,5 | +46,2 | +4,5 |
| Grécia | 1.211 | 58,1 | 703 | 39,7 | 46,6 | 13,8 | 2,8 | −6,9 | +3,3 |
| Venezuela | 994 | 73,4 | 730 | 48,9 | 47,7 | 3,4 | 0,8 | +1,1 | — |
| Equador | 993 | 65,5 | 650 | 39,6 | 52,1 | 8,2 | 4,4 | −12,5 | +24,2 |
| Argentina | 918 | 59,0 | 542 | 49,6 | 43,3 | 7,1 | 2,4 | +6,3 | +1,2 |
| Paraguai | 899 | 40,3 | 362 | 3,6 | 94,5 | 1,9 | 2,2 | −90,9 | −2,7 |
| Singapura | 864 | 57,9 | 500 | 54,6 | 26,4 | 19,0 | 4,4 | +28,2 | +7,3 |
| Hungria | 810 | 41,9 | 339 | 71,3 | 20,0 | 8,6 | 1,5 | +51,3 | −14,4 |
| Síria | 775 | 84,8 | 657 | 89,8 | 6,5 | 3,7 | 8,5 | +83,3 | — |
| Catar | 758 | 52,0 | 394 | 41,2 | 48,5 | 10,4 | 1,9 | −7,3 | +10,7 |
| Polônia | 748 | 61,1 | 457 | 64,9 | 23,0 | 12,1 | 3,1 | +41,8 | −3,8 |
| China | 739 | 73,3 | 542 | 64,1 | 22,7 | 13,3 | 8,1 | +41,4 | +14,1 |
| Angola | 716 | 62,3 | 446 | 55,7 | 38,3 | 6,1 | 2,2 | +17,4 | +7,3 |
| Costa Rica | 714 | 47,3 | 338 | 46,8 | 43,0 | 10,3 | 1,6 | +3,8 | +13,5 |
| Tchéquia | 690 | 40,4 | 279 | 70,3 | 17,6 | 12,1 | 3,4 | +52,6 | +0,6 |
| China | 668 | 60,5 | 404 | 40,6 | 43,0 | 16,4 | 7,6 | −2,5 | +5,6 |
| África do Sul | 657 | 59,7 | 392 | 23,9 | 66,4 | 9,7 | 2,3 | −42,5 | −4,2 |
| Paraguai | 650 | 50,3 | 327 | 20,0 | 74,2 | 5,8 | 8,7 | −54,2 | −12,3 |
| Taiwan | 622 | 62,9 | 391 | 35,3 | 49,1 | 15,6 | 5,6 | −13,8 | −3,0 |
| Uruguai | 611 | 37,0 | 226 | 28,3 | 61,9 | 9,8 | 4,7 | −33,5 | +2,9 |
| Moçambique | 557 | 59,1 | 329 | 41,6 | 52,8 | 5,6 | 6,1 | −11,2 | −3,4 |
| Coreia do Sul | 485 | 53,4 | 259 | 56,9 | 33,3 | 9,7 | 4,4 | +23,6 | −2,4 |
| China | 419 | 76,4 | 320 | 52,2 | 38,0 | 9,8 | 7,1 | +14,1 | +54,3 |
| Bolívia | 418 | 40,0 | 167 | 43,8 | 47,3 | 8,9 | 10,8 | −3,6 | +22,1 |
| República Dominicana | 415 | 52,5 | 218 | 34,6 | 56,4 | 9,0 | 4,6 | −21,8 | +2,6 |
| Bolívia | 412 | 54,6 | 225 | 30,8 | 64,3 | 4,9 | 1,1 | −33,5 | −10,0 |
| África do Sul | 355 | 52,1 | 185 | 56,2 | 36,2 | 7,5 | 5,9 | +20,0 | −1,8 |
| China | 342 | 60,2 | 206 | 77,6 | 16,4 | 6,0 | 1,5 | +61,2 | +30,8 |
| Turquia | 327 | 60,6 | 198 | 70,9 | 23,6 | 5,5 | 1,6 | +47,2 | +23,3 |
| Estônia | 320 | 38,4 | 123 | 74,7 | 10,0 | 15,3 | 3,6 | +64,7 | +2,1 |
| Arábia Saudita | 311 | 73,0 | 227 | 62,7 | 26,5 | 10,8 | 1,2 | +36,1 | +4,8 |
| Tailândia | 310 | 67,1 | 208 | 40,4 | 51,5 | 8,1 | 2,9 | −11,1 | −9,0 |
| Guatemala | 284 | 57,7 | 164 | 28,0 | 56,8 | 15,3 | 1,7 | −28,8 | +17,0 |
| Paraguai | 281 | 47,0 | 132 | 9,9 | 86,5 | 3,5 | 5,4 | −76,6 | −2,8 |
| Rússia | 252 | 66,3 | 167 | 60,5 | 30,9 | 8,6 | 4,7 | +29,6 | −0,9 |
| Argentina | 235 | 50,6 | 119 | 43,8 | 49,1 | 7,1 | 3,4 | −5,4 | +16,5 |
| Filipinas | 229 | 72,5 | 166 | 41,9 | 53,2 | 4,8 | 1,6 | −11,3 | +9,6 |
| Egito | 203 | 66,0 | 134 | 71,9 | 18,8 | 9,4 | 7,2 | +53,1 | +25,3 |
| Guiana | 178 | 70,2 | 125 | 13,2 | 81,1 | 5,7 | 0,0 | −67,9 | +3,8 |
| Indonésia | 172 | 82,0 | 141 | 25,8 | 61,3 | 12,9 | 0,0 | −35,5 | −4,6 |
| Malásia | 170 | 51,2 | 87 | 53,7 | 32,9 | 13,4 | 1,2 | +20,7 | +13,6 |
| Eslovênia | 162 | 36,4 | 59 | 62,2 | 25,5 | 12,2 | 4,9 | +36,7 | −0,6 |
| El Salvador | 161 | 47,8 | 77 | 29,9 | 62,3 | 7,8 | 8,3 | −32,5 | −11,3 |
| Honduras | 152 | 61,2 | 93 | 28,8 | 57,6 | 13,6 | 0,0 | −28,8 | −9,6 |
| Cabo Verde | 146 | 49,3 | 72 | 55,7 | 28,6 | 15,7 | 5,4 | +27,1 | +3,2 |
| Índia | 141 | 64,5 | 91 | 48,0 | 52,0 | 0,0 | 0,0 | −4,0 | −28,3 |
| Kuwait | 138 | 44,2 | 61 | 74,0 | 16,4 | 9,6 | 5,2 | +57,5 | +112,4 |
| Chipre | 137 | 57,7 | 79 | 42,1 | 35,1 | 22,8 | 1,7 | +7,0 | −15,9 |
| Croácia | 136 | 61,8 | 84 | 60,4 | 35,4 | 4,2 | 7,7 | +25,0 | −0,7 |
| Nicarágua | 134 | 44,0 | 59 | 47,8 | 50,7 | 1,4 | 8,0 | −2,9 | +2,6 |
| Senegal | 132 | 39,4 | 52 | 64,6 | 30,4 | 5,1 | 1,2 | +34,2 | +19,6 |
| Romênia | 130 | 52,3 | 68 | 50,0 | 35,5 | 14,5 | 0,0 | +14,5 | −16,4 |
| Eslováquia | 129 | 52,7 | 68 | 60,3 | 22,4 | 17,2 | 4,9 | +37,9 | +7,1 |
| Marrocos | 117 | 59,8 | 70 | 71,4 | 14,3 | 14,3 | 10,6 | +57,1 | +1,4 |
| Sérvia | 115 | 58,3 | 67 | 62,5 | 27,1 | 10,4 | 0,0 | +35,4 | −10,5 |
| Quênia | 112 | 58,0 | 65 | 56,5 | 37,0 | 6,5 | 2,1 | +19,6 | +4,3 |
| Jamaica | 103 | 81,6 | 84 | 21,1 | 73,7 | 5,3 | 0,0 | −52,6 | −60,3 |
| Bulgária | 98 | 50,0 | 49 | 72,3 | 17,0 | 10,6 | 4,1 | +55,3 | +7,1 |
| Omã | 97 | 60,8 | 59 | 33,3 | 55,6 | 11,1 | 5,3 | −22,2 | +14,1 |
| Cuba | 92 | 56,5 | 52 | 94,7 | 2,6 | 2,6 | 5,0 | +92,1 | — |
| Costa do Marfim | 91 | 51,6 | 47 | 54,5 | 29,5 | 15,9 | 0,0 | +25,0 | +2,9 |
| Timor-Leste | 89 | 47,2 | 42 | 34,8 | 58,7 | 6,5 | 2,1 | −23,9 | −0,2 |
| Guiné-Bissau | 88 | 58,0 | 51 | 45,9 | 45,9 | 8,1 | 0,0 | 0,0 | +11,1 |
| Trinidad e Tobago | 87 | 78,2 | 68 | 21,1 | 52,6 | 26,3 | 0,0 | −31,6 | −46,1 |
| Vietnã | 82 | 61,0 | 50 | 44,8 | 48,3 | 6,9 | 9,4 | −3,4 | −40,5 |
| Nigéria | 82 | 59,8 | 49 | 81,2 | 18,8 | 0,0 | 3,0 | +62,5 | −5,5 |
| Paraguai | 78 | 53,8 | 42 | 5,7 | 91,4 | 2,9 | 2,8 | −85,7 | −5,4 |
| Turquia | 77 | 51,9 | 40 | 64,9 | 18,9 | 16,2 | 0,0 | +45,9 | +12,0 |
| Venezuela | 72 | 100,0 | 72 | — | — | — | — | — | — |
| Bahrein | 69 | 29,0 | 20 | 36,2 | 57,4 | 6,4 | 4,1 | −21,3 | +16,2 |
| Bahamas | 69 | 72,5 | 50 | 31,6 | 52,6 | 15,8 | 0,0 | −21,1 | −3,3 |
| Ucrânia | 65 | 64,6 | 42 | 17,4 | 82,6 | 0,0 | 0,0 | −65,2 | — |
| Argentina | 62 | 64,5 | 40 | 31,8 | 68,2 | 0,0 | 0,0 | −36,4 | — |
| Uruguai | 58 | 60,3 | 35 | 33,3 | 42,9 | 23,8 | 8,7 | −9,5 | −30,7 |
| Índia | 55 | 80,0 | 44 | 45,5 | 9,1 | 45,5 | 0,0 | +36,4 | +20,0 |
| Argélia | 48 | 35,4 | 17 | 87,1 | 9,7 | 3,2 | 0,0 | +77,4 | — |
| Tunísia | 47 | 53,2 | 25 | 54,5 | 40,9 | 4,5 | 0,0 | +13,6 | −19,0 |
| Irã | 45 | 44,4 | 20 | 56,0 | 44,0 | 0,0 | 0,0 | +12,0 | +17,9 |
| Gana | 43 | 69,8 | 30 | 61,5 | 15,4 | 23,1 | 0,0 | +46,2 | +4,4 |
| Argentina | 41 | 87,8 | 36 | 40,0 | 60,0 | 0,0 | 0,0 | −20,0 | — |
| Namíbia | 37 | 64,9 | 24 | 46,2 | 38,5 | 15,4 | 0,0 | +7,7 | +86,2 |
| Tanzânia | 34 | 52,9 | 18 | 68,8 | 31,2 | 0,0 | 0,0 | +37,5 | −12,5 |
| Haiti | 33 | 84,8 | 28 | 100,0 | 0,0 | 0,0 | 0,0 | +100,0 | +120,0 |
| Nepal | 32 | 59,4 | 19 | 7,7 | 84,6 | 7,7 | 0,0 | −76,9 | −10,0 |
| Líbia | 30 | 93,3 | 28 | 100,0 | 0,0 | 0,0 | 0,0 | +100,0 | — |
| Geórgia | 29 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| República Democrática do Congo | 27 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Uruguai | 27 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Zâmbia | 25 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Barbados | 22 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Uruguai | 19 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| São Tomé e Príncipe | 18 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Gabão | 18 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Paquistão | 18 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Peru | 17 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Camarões | 14 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Armênia | 13 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Belize | 13 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Cazaquistão | 13 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Sri Lanka | 12 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Bósnia e Herzegovina | 11 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Iraque | 10 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Botsuana | 10 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Guiana Francesa | 10 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Albânia | 9 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Benin | 8 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Bolívia | 8 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Santa Lúcia | 7 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Togo | 7 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Zimbábue | 7 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Burkina Faso | 6 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Mianmar | 6 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Malaui | 6 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Guiné Equatorial | 5 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Azerbaijão | 5 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Guiné | 5 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Mali | 5 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Etiópia | 3 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Nigéria | 3 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| República do Congo | 2 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Coreia do Norte | 1 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Bangladesh | 1 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Venezuela | 1 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Bolívia | 1 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
| Antígua e Barbuda | 1 | 0,0 | 0 | — | — | — | — | — | — |
Clique no título de uma coluna para ordenar e no nome de uma cidade para vê-la no mapa. Lula %, Flávio % e 3ª via % são dos votos válidos; brancos e nulos, do total de votos. Margem = Lula − Flávio, em pontos dos válidos. Variação = margem só entre os dois (Lula − Flávio sobre Lula + Flávio) menos a margem de Lula sobre Bolsonaro no 2º turno de 2022, na mesma cidade.
No exterior só há voto para presidente. Os números são do 1º turno de 2026 (341.766 votos; 41 seções não foram instaladas). Terceira via = Cury, Renan, Caiado, Zema e os cinco demais candidatos. Os locais são os do 2º turno, com o resultado que as mesmas seções deram no 1º; a posição de cada um vem da geocodificação do endereço oficial no OpenStreetMap e pode ter erro de alguns quarteirões; na dúvida, vale o endereço. Fontes: TSE (Dados Abertos: detalhe da votação e votação por seção de 2026, eleitorado por local de votação de 2026, votação por município e zona de 2022), Natural Earth (contornos dos países) e OpenStreetMap (mapa de ruas e, pelo Nominatim, coordenadas dos locais).
Os mais jovens não são essa geração. Desde que o adversário do PT passou a ser o bolsonarismo, a faixa de 16 a 24 anos ficou à esquerda do país: −5 ponto(s) em 2018, −5 em 2022 e −2 em 2026 (média das rodadas do Datafolha na reta final). Com o PSDB como adversário, em 2010 e 2014, ela estava levemente mais antipetista que a média (+2 e +2).
A geração à direita é a dos jovens adultos. Em 2026, os de 25 a 34 anos estão +3 e os de 35 a 44, +2 em relação ao país; em 2018 e 2022 essas faixas ficavam praticamente na média, um ponto ou dois acima (+1 e +1; +1 e +2). São os nascidos, grosso modo, entre 1982 e 2001, boa parte dos quais chegou à vida política adulta entre os protestos de 2013 e a eleição de 2018, e somam 39% do eleitorado. Na outra ponta, os de 60 anos ou mais foram de +1 em 2018 para −4 em 2026. O voto deixou de crescer à direita com a idade: virou um arco, com o pico nos 25 a 44 anos.
A mesma turma, envelhecendo. Quem tinha de 16 a 24 anos em 2018 (nascidos por volta de 1994–2002) estava −5 em 2018, −2 em 2022 e +2 em 2026: andou para a direita à medida que envelheceu. A turma de 2010, nas mesmas idades, quase não se moveu (+2, +1, 0 de 2010 a 2018). Com cinco eleições e faixas largas não dá para separar o que é geração do que é momento, mas o movimento está concentrado nessas idades, e não em todas ao mesmo tempo, como foi o salto de 2014 para 2018.
Entre os mais jovens, a direita que cresce não é a de Flávio. No 1º turno, Renan Santos (Missão) tinha 8% entre os de 16 a 24 anos no Datafolha de véspera, contra 3% no total, e 23% contra 5% na AtlasIntel. Em abril, a AtlasIntel tinha Flávio à frente entre os de 16 a 24 anos; na véspera, Lula. Os institutos também divergem: a Quaest, que agrupa 16 a 34 anos, põe essa faixa à direita do país. É ali, entre os mais jovens, que a disputa está aberta, e o voto de direita fora do bolsonarismo não aparece no 2º turno simulado.
Perfil social. O voto à direita do país em 2026 está entre homens (+5), evangélicos (+17), quem tem ensino médio (+4) ou superior (+5), renda familiar acima de 2 salários mínimos (+8 na faixa de 2 a 5) e no Sul (+13); do outro lado, Nordeste (−15), ensino fundamental (−12) e renda até 2 salários (−9). Somados, os recortes desenham um eleitor de renda média, escolarizado, evangélico e fora do Nordeste; não dá para afirmar que é o mesmo eleitor dos 25 a 44 anos, porque as tabelas publicadas não cruzam idade com nenhum desses recortes, nem com sexo.
Não deve terminar em 2026, mas também não é uma onda que cresce sozinha. Uma preferência que acompanha a mesma turma por várias eleições tende a persistir, e essa turma é grande e está no meio da vida. Mas a geração seguinte, que entra agora, não a repete: os municípios com mais eleitores de 16 a 24 anos andaram para a direita entre 2022 e 2026 tanto quanto os demais, e esses eleitores encolhem (18,2% do eleitorado em 2010, 12,1% em 2026) e comparecem menos (79% em 2022, contra 84% dos de 25 a 69).
| Faixa etária | 2010 Serra × Dilma | 2014 Aécio × Dilma | 2018 Bolsonaro × Haddad | 2022 Bolsonaro × Lula | 2026 Flávio × Lula |
|---|---|---|---|---|---|
| 16-24 anos | +2 | +2 | −5 | −5 | −2 |
| 25-34 anos | −1 | 0 | +1 | +1 | +3 |
| 35-44 anos | −3 | −3 | +1 | +2 | +2 |
| 45-59 anos | −2 | −1 | −1 | −1 | +1 |
| 60+ anos | +3 | +2 | +1 | 0 | −4 |
| País (% do adversário do PT) | 45 | 48 | 55 | 48 | 49 |
2026, rodada a rodada. A subamostra de 16 a 24 anos de cada rodada do Datafolha tem margem de 4 a 6 pontos por candidato, e a faixa oscila de um lado para o outro do país entre rodadas seguidas. Os de 60 anos ou mais ficam abaixo do país em todas; os de 25 a 44, acima na maioria.
| Ano | PT entre 16–24 (país) | Adversário principal | Bloco de direita | Desvio do bloco |
|---|---|---|---|---|
| 2010 | 46 (50) | 31 (31) | 31 (31) | 0 |
| 2014 | 39 (44) | 26 (26) | 28 (28) | 0 |
| 2018 | 20 (25) | 38 (40) | 51 (54) | −3 |
| 2022 | 56 (50) | 30 (36) | 32 (38) | −6 |
| 2026 | 49 (45) | 34 (42) | 47 (51) | −4 |
| Instituto | Pergunta | Grupo | Votos válidos | Desvio (Flávio × Lula) |
|---|---|---|---|---|
| AtlasIntel 27/04 | 1º turno | 16-24 | Flávio 37 × Lula 29 · bloco de direita 65 (+13) | +10 |
| AtlasIntel 02/10 | 1º turno | 16-24 | Flávio 27 × Lula 43 · bloco de direita 54 (+4) | −9 |
| Datafolha 03/10 | 1º turno | 16-24 | Flávio 34 × Lula 49 · bloco de direita 47 (−4) | −7 |
| Quaest 03/10 | 1º turno | 16-34 | Flávio 45 × Lula 41 · bloco de direita 45 (−6) | +3 |
| Datafolha 03/10 | 2º turno (simulação) | 16-24 | Flávio 43 × Lula 57 | −6 |
| Quaest 03/10 | 2º turno (simulação) | 16-34 | Flávio 54 × Lula 46 | +3 |
| Grupo | 2010 | 2014 | 2018 | 2022 | 2026 |
|---|---|---|---|---|---|
| Sexo | |||||
| Masculino | −4 | +1 | +5 | +2 | +5 |
| Feminino | +3 | −2 | −5 | −3 | −4 |
| Escolaridade | |||||
| Fundamental | −6 | −9 | −11 | −9 | −12 |
| Médio | +2 | +1 | +3 | +3 | +4 |
| Superior | +11 | +13 | +6 | +3 | +5 |
| Renda familiar | |||||
| Até 2 SM | −6 | −11 | −13 | −9 | −9 |
| Mais de 2 a 5 SM | +1 | +2 | +6 | +7 | +8 |
| Mais de 5 SM | — | — | — | — | +11 |
| Mais de 5 a 10 SM | +6 | +12 | +14 | +10 | — |
| Mais de 10 SM | +13 | +17 | +12 | +13 | — |
| Religião | |||||
| Católica | −2 | — | — | −7 | −6 |
| Evangélica | — | — | — | +21 | +17 |
| Evangélica pentecostal | +3 | — | — | — | — |
| Evangélica não pentecostal | +5 | — | — | — | — |
| Sem religião | −4 | — | — | — | — |
| Região | |||||
| Sudeste | +3 | +8 | +8 | +4 | +4 |
| Sul | +9 | +7 | +10 | +12 | +13 |
| Nordeste | −13 | −18 | −23 | −19 | −15 |
| Norte | — | −6 | 0 | +4 | — |
| Centro-Oeste | — | +8 | +11 | +13 | — |
| Norte/Centro-Oeste | +1 | — | — | — | — |
| Centro-Oeste/Norte | — | — | — | — | +6 |
| Eleição | Alistados com 16–17 anos | 16–24 no eleitorado | Comparecimento 18–24 (1º turno) | Comparecimento 25–69 |
|---|---|---|---|---|
| 2010 | 2.379.580 | 18,2% | — | — |
| 2014 | 1.638.751 | 16,1% | 81,6% | 84,8% |
| 2018 | 1.400.617 | 15,1% | 80,6% | 84,2% |
| 2022 | 2.116.781 | 13,7% | 78,6% | 84,0% |
| 2026 | 1.634.244 | 12,1% | — | — |
O voto é facultativo aos 16 e 17 anos: o número de alistados nessa idade mede o interesse da turma que chega. O comparecimento por idade (2014, 2018, 2022) vem do arquivo de perfil do comparecimento do TSE; para 2010 ele não existe, e o de 2026 ainda não foi publicado.
Esta é a evidência mais fraca da seção, por três motivos: é associação entre lugares, não entre pessoas (os jovens de um município jovem não votam necessariamente como o município — a falácia ecológica); a parcela de jovens varia pouco entre municípios do mesmo estado, o que amplia qualquer ruído; e o cadastro mede quem está inscrito, não quem votou. Nos cortes transversais de cada eleição, sem diferenças, a mesma conta produz coeficientes impossíveis (10 de 14 acima de 100 pontos), porque a parcela de jovens se confunde com região e renda; por isso só as variações entre eleições aparecem aqui, e mesmo elas servem só como checagem das pesquisas.
Fontes: pesquisas Datafolha de véspera (2010 véspera do 2º turno; 2014 véspera do 2º turno; 2018 véspera do 2º turno; 2018 véspera do 2º turno; 2022 véspera do 2º turno; 2026 rodadas de 17/set a 3/out); demais pesquisas de 2026 na tabela do quadro 3. TSE, Dados Abertos: perfil do eleitorado 2010–2026, perfil do comparecimento e da abstenção 2014–2022, votação por município e zona 2010–2022; divulgação de resultados de 2026 (eleição 6257), por zona. Classificação ideológica dos candidatos por partido, própria. Código: coletar_eleitorado_idade.py, coletar_votos_historico.py, analisar_geracoes.py, geracoes.py.
Em uma frase: a aprovação do governo é o que mais mexe no placar: cada ponto a mais de aprovação vale cerca de 0,8 ponto de margem para Lula.
Petróleo = efeito favorável a Lula; terracota = desfavorável; tracejado = canal de medição (afeta as pesquisas, não o voto). A aprovação é o mediador central: economia sentida e segurança entram por ela; a prisão de Bolsonaro e o caso Master atuam tanto na coesão da base de Flávio quanto na 2ª opção da terceira via.
| Variável | Leitura atual (set/26) | Direção | Indicador antecedente a acompanhar |
|---|---|---|---|
| Aprovação do governo | Real Time Big Data 45/52 (19–23/set) · BTG/Nexus 46/49 (25–27/set) · Datafolha 47/50 (22–23/set) · Quaest 43/50 (10–13/set) · CNT/MDA 47/48 (9–13/set) · Futura 44,1/53,1 (11–15/set) · Atlas 45,4/52,9 · PoderData 42/51; avaliação ótimo/bom 32% (Quaest) a 36,5% (Futura) | ↓ Lula | Ondas de set/out; desaprovação entre homens (50→57) e jovens (46→55) — Nunes/Quaest |
| Base de Flávio (evangélicos, homens, Sul/CO, renda média) | Evangélicos 62×29 Flávio; homens 48×43; Sul 50×38 (Datafolha ago) | estável/↑ Flávio | Michelle nos palanques; percepção "Bolsonaro moderado" vs. "Bolsonaro corrupto" (Sanches/Atlas) |
| Transferência da 3ª via | Zema 59/4 · Renan 58/14 · Marçal 47/19 · Cury 46/24 · Caiado 36/25 (Flávio/Lula) | 2:1 Flávio | Se Cury ou Caiado neutralizarem ou dividirem 50/50, +3 p.p. para Lula; Caiado: "em nenhuma hipótese ao lado de Lula" |
| Indecisos / brancos / nulos | Últimas ondas entre 4,8% (AtlasIntel) e 14% (Quaest) | neutro | Queda do estoque para <8% indica cristalização; a divisão de quem decide move a margem em ±1,2 p.p. |
| Abstenção diferencial | Abstenção 20,95% (2022) com projeção >22%; base de Lula (menor renda/NE) falta mais | ↓ Lula | Mobilização da militância; clima (chuvas); transporte gratuito nas capitais |
| Economia sentida | 49% dizem que piorou (Quaest ago); 64% renda subiu, só 10% acima do custo de vida; ICC no menor nível desde 2022 | ↓ Lula | IPCA ago (~10/set) e Copom (16/set); deflação de alimentos jun–ago ainda não convertida em percepção |
| Eventos judiciais / escândalos | 40% dizem que Lulinha prejudica muito Lula; 42% que Master prejudica muito Flávio (Quaest 1/set). Desde 10/set: inquérito sobre Flávio (Dark Horse) tornado público; crise do STF sobre o relatório da PF Moraes–Vorcaro | simétrico nas pesquisas · pró-Flávio nos mercados | Retomada do julgamento do relatório Moraes–Vorcaro (vista de Dino em 15/set, até 90 dias); inquérito de Lulinha (autorizado 30/jul); restrições a Bolsonaro até 11/out; efeito da MP das bets (25/set) e da polêmica de Aparecida nas primeiras pesquisas com campo após 25/set; 12/out (dia da padroeira) no 2º turno |
| Debates e TV | Lula 5'31" vs. Flávio 4'20" de TV; ambos ausentes do debate da Band (23/ago); debate do pool SBT/CNN de 14/set cancelado em 8/set porque nenhum dos dois confirmou presença | neutro | Debate de 1º/out (Globo) cancelado depois que Lula e Flávio desistiram: não há mais debate antes do 1º turno |
Em uma frase: Lula e Flávio são rejeitados por quase metade do eleitorado (Datafolha 23–24 out: 46% × 45%), e esse teto limita quanto cada um ainda pode crescer.
| Instituto | Campo | Rejeição — Lula | Rejeição — Flávio | Diferença |
|---|---|---|---|---|
| Futura (escolaridade pela PNAD) | 23–24 out | 46,2%−1,1 p.p. | 46,6%+1,4 p.p. | Flávio +0,4 p.p. |
| Datafolha | 23–24 out | 46%+1 p.p. | 45%−1 p.p. | Lula +1 p.p. |
| Ipespe | 20–22 out | 47% | 48% | Flávio +1 p.p. |
| Alfa Inteligência | 18–22 out | 45%−1 p.p. | 44%−1 p.p. | Lula +1 p.p. |
| Datafolha | 20–22 out | 45%−2 p.p. | 46%−3 p.p. | Flávio +1 p.p. |
| Vox Brasil | 20–22 out | 44,8%−0,5 p.p. | 47,1%+1,8 p.p. | Flávio +2,3 p.p. |
| PoderData | 19–21 out | 47%−1 p.p. | 45%+1 p.p. | Lula +2 p.p. |
| Gerp | 19–21 out | 49% | 46% | Lula +3 p.p. |
| Quaest | 17–20 out | 47%−6 p.p. | 52%−2 p.p. | Flávio +5 p.p. |
| Futura (escolaridade pela PNAD) | 19–20 out | 47,3% | 45,2% | Lula +2,1 p.p. |
| Gerp | 15–19 out | 49% | 46% | Lula +3 p.p. |
| Alfa Inteligência | 15–19 out | 46% | 45% | Lula +1 p.p. |
| PoderData | 16–18 out | 48%+2 p.p. | 44%−1 p.p. | Lula +4 p.p. |
| BTG/Nexus | 16–18 out | 47,8%−3,2 p.p. | 46,8%−0,2 p.p. | Lula +1 p.p. |
| Vox Brasil | 15–17 out | 45,3%+0,1 p.p. | 45,3%+1,1 p.p. | Empate |
| Futura Inteligência | 16–17 out | 47,4%+0,2 p.p. | 45,8%−0,3 p.p. | Lula +1,6 p.p. |
| Gerp | 14–16 out | 49%−4 p.p. | 46%+4 p.p. | Lula +3 p.p. |
| PoderData | 13–15 out | 46% | 45%+1 p.p. | Lula +1 p.p. |
| Futura Inteligência | 14–15 out | 47,2%+0,3 p.p. | 46,1%+3 p.p. | Lula +1,1 p.p. |
| Datafolha | 13–14 out | 47%+1 p.p. | 49% | Flávio +2 p.p. |
| Quaest | 10–13 out | 53%−2 p.p. | 54%−2 p.p. | Flávio +1 p.p. |
| Palver (calibração v3) | 10–13 out | 50% | 48% | Lula +2 p.p. |
| PoderData | 10–12 out | 46% | 44%+1 p.p. | Lula +2 p.p. |
| Gerp | 10–12 out | 53%+4 p.p. | 42%+2 p.p. | Lula +11 p.p. |
| BTG/Nexus | 10–12 out | 51%+3 p.p. | 47%−4 p.p. | Lula +4 p.p. |
| Vox Brasil | 5–7 out | 45,2% | 44,2% | Lula +1 p.p. |
| PoderData | 5–7 out | 46%−1 p.p. | 43%−3 p.p. | Lula +3 p.p. |
| Datafolha | 6–7 out | 46%+1 p.p. | 49%+4 p.p. | Flávio +3 p.p. |
| Futura Inteligência | 2–3 out | 46,9% | 43,1% | Lula +3,8 p.p. |
| PoderData | 30 set–2 out | 47% | 46% | Lula +1 p.p. |
| Real Time Big Data | 26–30 set | 49%−1 p.p. | 49% | Empate |
| Quaest | 24–27 set | 55% | 56% | Flávio +1 p.p. |
| BTG/Nexus | 25–27 set | 48%−1 p.p. | 51%+1 p.p. | Flávio +3 p.p. |
| Real Time Big Data | 19–23 set | 50% | 49%−1 p.p. | Lula +1 p.p. |
| Datafolha | 22–23 set | 45%−2 p.p. | 45%−2 p.p. | Empate |
| Quaest | 17–20 set | 55%+2 p.p. | 56%+1 p.p. | Flávio +1 p.p. |
| BTG/Nexus | 18–20 set | 49% | 50% | Flávio +1 p.p. |
| Gerp | 14–16 set | 49%+2 p.p. | 40%−6 p.p. | Lula +9 p.p. |
| Datafolha | 15–16 set | 47%+1 p.p. | 47%+1 p.p. | Empate |
| Datafolha | 8–10 set | 46%+1 p.p. | 46%−1 p.p. | Empate |
| Palver | 4–7 set | 52% | 51% | Lula +1 p.p. |
| Quaest | 3–6 set | 53%+1 p.p. | 55%+1 p.p. | Flávio +2 p.p. |
| Datafolha | 1–2 set | 45% | 47%+1 p.p. | Flávio +2 p.p. |
| Real Time Big Data | 27–31 ago | 50% | 50% | Empate |
| AtlasIntel | 25–30 ago | 52% | 52,7% | Flávio +0,7 p.p. |
| Datafolha | 18–20 ago | 45% | 46% | Flávio +1 p.p. |
| Quaest | 31 jul–3 ago | 52% | 54% | Flávio +2 p.p. |
| Gerp | 15–17 jul | 47% | 46% | Lula +1 p.p. |
Enquanto a vantagem no 2º turno oscila 1–6 p.p. entre pesquisas de um mesmo mês, a rejeição varia no máximo 1–2 p.p. entre ondas do mesmo instituto — a série com menor ruído de todo o painel.
Datafolha mede rejeição cerca de 4 p.p. mais baixa que a Quaest para os dois candidatos — o mesmo padrão do estoque de indecisos. A diferença é de método de pergunta, não de momento da corrida.
De agosto ao início de setembro, Flávio liderava a rejeição em toda pesquisa (+1 a +2 p.p.). Nas ondas de setembro do Datafolha a diferença ficou empatada (46×46, 47×47 e 45×45) e Palver (4–7/set) já tinha Lula mais rejeitado. A Gerp (14–16/set), a pesquisa mais favorável a Flávio no 2º turno, mediu o oposto (Lula 49×40, +9 p.p.) — provavelmente o mesmo efeito de casa pró-Flávio já identificado na seção "Viés", não uma virada real. A BTG/Nexus (18–20/set) volta a um padrão mais típico, com os dois quase empatados e leve vantagem de Flávio (50×49); a Quaest (17–20/set) segue a mesma direção, com os dois na maior rejeição da série (56×55) e Flávio ainda 1 p.p. à frente. Nas ondas de 24–27/set, a Quaest repete 56×55 e a BTG/Nexus abre a maior diferença do instituto no mês (Flávio 51 × Lula 48); na véspera, Real Time Big Data (49×49) e PoderData (Lula 47 × Flávio 46) voltam ao empate. Quaest (7/set): 43% temem a volta do bolsonarismo, 43% temem a continuidade de Lula — paridade de medo.
Rejeição mútua de 45–56% limita o teto de crescimento dos dois: nenhum tem espaço óbvio para converter indecisos em vantagem decisiva — daí 30% de probabilidade de resultado dentro de ±1,5 p.p. no ensemble.
Em uma frase: entre 4,8% e 14% do eleitorado ainda não escolheu ou pretende votar branco/nulo, conforme o instituto — pouco para uma virada grande, mas suficiente para decidir uma eleição apertada.
| Instituto | Campo | Branco/nulo | Indeciso/NS | Estoque total |
|---|---|---|---|---|
| Futura Inteligência | 2–3 out | 5,7% | 1,2% | 6,9% |
| Quaest | 2–3 out | 13% | 1% | 14%−2 p.p. |
| Datafolha | 2–3 out | 6% | 2% | 8%+1 p.p. |
| Palver | 30 set–3 out | 6% | 1% | 7% |
| CNT/MDA | 30 set–2 out | 7,6% | 1,9% | 9,5%−3,2 p.p. |
| Gerp | 30 set–2 out | 6% | 1% | 7% |
| Datafolha | 28 set–1 out | 6% | 1% | 7%−1 p.p. |
| DataTrends | 28–30 set | 7% | 3% | 10% |
| Real Time Big Data | 26–30 set | 5% | 4% | 9%−2 p.p. |
| AtlasIntel | 23–28 set | 4,8% | — | 4,8%−2,6 p.p. |
| BTG/Nexus | 25–27 set | 8% | 1% | 9%+2 p.p. |
| Quaest | 24–27 set | 13% | 3% | 16%−1 p.p. |
| Datafolha | 22–23 set | 7% | 1% | 8%−2 p.p. |
| Real Time Big Data | 19–23 set | 8% | 3% | 11% |
| Quaest | 17–20 set | 14% | 3% | 17%−1 p.p. |
| BTG/Nexus | 11–13 set | — | — | 7% |
| Indexa | 10–13 set | — | — | 15% |
| Quaest | 10–13 set | 13% | 5% | 18%+1 p.p. |
| CNT/MDA | 9–13 set | 10,2% | 2,5% | 12,7% |
| Datafolha | 8–11 set | — | — | 10%−1 p.p. |
| AtlasIntel | 4–9 set | 7,4% | — | 7,4%−2,9 p.p. |
| Datafolha | 1–3 set | 9% | 2% | 11% |
| Quaest | 30 ago–1 set | 13% | 4% | 17% |
| AtlasIntel | 25–30 ago | 10,3% | — | 10,3%+2,4 p.p. |
| Datafolha | 18–20 ago | 9% | 2% | 11% |
| Quaest | 31 jul–3 ago | 13% | 4% | 17% |
| AtlasIntel | 22–27 jul | 7,9% | — | 7,9% |
| Datafolha | 5–7 mar | — | — | 11% |
Série: 11% → 11% → 11% → 10% → 8% → 7% → 8% (última: 2–3 out). Ficou em 10–11% de março ao início de setembro e encolheu nas últimas ondas: eleitorado mais cristalizado nessa metodologia, com pouca abertura para entrantes.
Série: 17% → 17% → 18% → 17% → 16% → 14% (última: 2–3 out). Quase o dobro do Datafolha, mais por brancos e nulos (13–14%) que por indecisos. Consistente com metodologia presencial domiciliar, que historicamente capta mais indecisão.
Série: 7,9% → 10,3% → 7,4% → 4,8% (última: 23–28 set). A alta de agosto se desfez em 4–9/set, e o estoque que saiu foi para Flávio (a margem passou de Lula +4,5 para Flávio +0,2). Na última onda, quase não sobra eleitor fora dos dois.
Na véspera do 1º turno, as últimas ondas de cada instituto ficam entre 4,8% (AtlasIntel) e 14% (Quaest). Onde o estoque encolheu, o destino variou: na AtlasIntel foi para Flávio; no Datafolha, Lula subiu um ponto. Entra no modelo como a variável "divisão dos indecisos" do tornado.
Em uma frase: um em cada cinco eleitores costuma faltar, e quem falta é mais pobre e menos escolarizado, grupos em que Lula lidera. Por isso cada ponto a mais de abstenção custa a Lula cerca de 0,25 ponto de margem. O efeito é real, mas limitado: mesmo uma abstenção de 25%, bem acima do padrão de 2022, tiraria 1,1 ponto de Lula (chance de 17% para 7%).
| Cenário (desvio em relação a 2022) | Efeito geográfico | Efeito de perfil | Total na margem (faixa) | Lula | Flávio |
|---|---|---|---|---|---|
| Abstenção igual à de 2022 (20,6%) | 0,00 | 0,00 | 0,00 (0,0 a 0,0) | 17% | 83% |
| Sobe para cerca de 22% em todo o país (projeção de analistas) | 0,00 | -0,35 | -0,35 (0,0 a -0,6) | 13% | 87% |
| Sobe para cerca de 25% em todo o país (cenário de desinteresse) | +0,01 | -1,10 | -1,09 (0,0 a -1,8) | 7% | 93% |
| Nordeste falta mais: +3 p.p. só no NE | -0,38 | -0,21 | -0,59 (-0,4 a -0,7) | 11% | 89% |
| Sul e Centro-Oeste faltam mais: +3 p.p. só em S e CO | +0,20 | -0,17 | +0,03 (+0,2 a -0,1) | 17% | 83% |
| Mobilização no Nordeste: −2 p.p. só no NE | +0,25 | +0,14 | +0,39 (+0,2 a +0,5) | 21% | 79% |
| Repete a variação 1º→2º turno de 2022, UF por UF | -0,04 | +0,09 | +0,06 (0,0 a +0,1) | 17% | 83% |
Margem em pontos de votos válidos (Lula − Flávio). Chance de vitória pelo modelo de pesquisas, mesma simulação do restante do painel, mudando só o nível. O efeito de perfil usa K = 0,25 ponto de margem por ponto de abstenção, calibrado na estimativa de que cada 4 pontos a mais de abstenção tiram cerca de 1 ponto da vantagem de Lula (Adriano Laureno, citado pelo InfoMoney); a faixa entre parênteses vai de K = 0 (quem falta vota igual a quem comparece) a K = 0,4.
| Região | Eleitorado 2026 | Abstenção 1º turno 2022 | Abstenção 2º turno 2022 | Margem 2022 | Margem 2026 estimada |
|---|---|---|---|---|---|
| Sudeste | 42,0% | 22,0% | 21,2% | -8,5 | -11,5 |
| Nordeste | 27,6% | 19,5% | 19,3% | +38,6 | +34,7 |
| Sul | 14,5% | 19,3% | 18,6% | -23,8 | -27,3 |
| Norte | 8,3% | 20,9% | 22,9% | -2,1 | -7,2 |
| Centro-Oeste | 7,6% | 21,4% | 20,5% | -20,4 | -20,9 |
Abstenção ponderada pelo eleitorado de 2026 a partir das taxas por UF (CNN Brasil, rankings dos dois turnos de 2022; fonte única, com os saltos do Amapá e de Roraima entre os turnos ainda a conferir no TSE). Margem 2022 = resultado oficial do 2º turno por região; a reconstrução coincide com os números publicados (Sudeste -8,5, Nordeste +38,6, Sul -23,8). Margem 2026 = margem de 2022 + swing estimado nas pesquisas estaduais, alinhada ao placar nacional do modelo.
| Eleição | Abstenção 1º turno | Abstenção 2º turno |
|---|---|---|
| 2006 | 16,75% | 18,99% |
| 2010 | 18,12% | 21,50% |
| 2014 | 19,39% | 21,10% |
| 2018 | 20,32% | 21,29% |
| 2022 | 20,95% | 20,59% |
| 2026 | ~22% (projeção de analistas) | — |
Fontes: TSE via CNN Brasil, Gazeta do Povo, Poder360 e Agência Brasil. A abstenção subiu no 1º turno em todas as eleições desde 2006. A projeção de cerca de 22% para 2026 é de analistas citados pela imprensa, não de modelo publicado; há quem fale em 25% somando brancos e nulos.
No 1º turno de 2022, a abstenção foi de 52% entre analfabetos (voto facultativo) e de 12% entre quem tem curso superior; cerca de 55% dos ausentes tinham no máximo o ensino fundamental, grupo que é 40% do eleitorado. Por idade, faltaram 34,5% dos eleitores com 60 anos ou mais e 58,9% dos com 70 ou mais; entre os obrigados a votar, os jovens de 18 a 29 anos comparecem menos. Homens faltaram mais que mulheres (21,9% × 19,8%). Não há dado oficial de abstenção por renda, mas o perfil de escolaridade e região aponta para o eleitor mais pobre (fontes: Congresso em Foco e InfoMoney, com dados do TSE; Jairo Nicolau, SciELO).
Lula lidera entre os menos escolarizados, os mais pobres e no Nordeste: a abstenção, quando cresce, tende a crescer onde está o seu eleitor. Por isso o efeito de perfil é quase sempre negativo para ele, mesmo em cenários em que a abstenção sobe nas regiões de Flávio: no cenário "Sul e Centro-Oeste faltam mais", o ganho geográfico de Lula (+0,2 ponto) é quase todo anulado pelo perfil (total +0,03). A alavanca dele é o inverso, mobilizar o Nordeste: dois pontos a menos de abstenção na região valem +0,4 ponto de margem (chance 21%). Para Flávio, o risco simétrico é menor: suas bases (Sul, Centro-Oeste, eleitor de renda média) têm abstenção mais baixa e menos volátil.
Três achados limitam o alarme. Jairo Nicolau (FGV) concluiu que a abstenção desigual de 2022 não alterou o resultado agregado. O estudo do Ipea (Pereira et al., 2023) não encontrou efeito do transporte público gratuito, liberado pelo STF no 2º turno, nem no comparecimento nem no resultado. E a hipótese de que a abstenção explicou o erro das pesquisas no 1º turno de 2022 não tem apoio nas análises publicadas: as explicações recorrentes são voto envergonhado e decisão de última hora. Repetir em 2026 a variação de comparecimento entre os turnos de 2022, estado por estado, muda a margem em +0,06 ponto.
O eleitorado cresceu para 158,7 milhões e ficou mais velho: são 17 milhões de eleitores com 70 anos ou mais, para quem o voto é facultativo e a abstenção passou de 50% em 2022. Cerca de 20 capitais confirmaram transporte gratuito em 4/out (Res. TSE 23.751/2026), mas a evidência de 2022 sugere efeito pequeno. O feriado prolongado de 10 a 12/out cai entre os turnos, não no dia da votação. Nenhuma pesquisa de 2026 publicou Lula × Flávio só entre quem diz que vai votar com certeza; o Datafolha de 5/set registrou 57% dos eleitores "mais decididos a votar" que em 2022.
Limitações: a tabela de abstenção por UF tem uma única fonte (CNN Brasil, a partir do TSE); o parâmetro K vem de uma única estimativa publicada, por isso a faixa de 0 a 0,4 é mostrada em todos os cenários; o modelo trata abstenção como desvio do padrão de 2022 e não estima comparecimento individual, que exigiria microdados de pesquisa com pergunta de certeza de voto.
Em uma frase: Sem campanha dirigida, a migração leva a margem para −2,7 pontos (80% entre −3,5 e −2,0). Uma campanha forte de conversa pessoal, com 500 mil voluntários iniciais e a eficácia que a literatura mede, rende +32 mil votos de saldo e move a margem em 0,0 ponto; a máxima, +0,1. A virada exigiria +5,1 mi: com o alcance forte, a conversão por contato teria de ser 23 vezes a da literatura na terceira via. A chance de Lula, com a deriva das pesquisas, vai de 0,0% sem campanha a 0,0% com a forte. A manchete não muda: isto é análise condicional, não previsão.
Ao fim da campanha forte, nos ausentes: 3,8% do bolsão de 32,9 mi alcançados, 0,00% com plano de voto ou confirmados. Os contatos são poucos diante do bolsão: o gargalo é o alcance, não a conversa.
| Cenário | Resposta de Flávio | Voluntários ao fim | Nomes alcançados | Ausentes | 3ª via | Brancos/nulos | Eleitores de Flávio | Chamado aberto | Resposta de Flávio | Saldo total (80%) | Margem (80%) | Lula só migração | Lula com deriva |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Sem campanha dirigida | Nenhuma | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 mil (0 mil a 0 mil) | −2,7 (−3,5 a −2,0) | 0,0% | 0,0% |
| Moderada | Nenhuma | 267 mil (118 mil–646 mil) | 790 mil | 0 | 0 | 0 | 0 | +16 mil | 0 | +16 mil (+5 mil a +39 mil) | −2,7 (−3,5 a −2,0) | 0,0% | 0,0% |
| Forte | Nenhuma | 1,3 mi (584 mil–2,5 mi) | 3,5 mi | 0 | 0 | 0 | 0 | +32 mil | 0 | +32 mil (+10 mil a +77 mil) | −2,7 (−3,4 a −1,9) | 0,0% | 0,0% |
| Máxima | Nenhuma | 2,4 mi (1,4 mi–3,8 mi) | 6,3 mi | 0 | 0 | 0 | 0 | +48 mil | 0 | +48 mil (+15 mil a +116 mil) | −2,7 (−3,4 a −1,9) | 0,0% | 0,0% |
| Sem campanha dirigida | Simétrica | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 mil (0 mil a 0 mil) | −2,7 (−3,5 a −2,0) | 0,0% | 0,0% |
| Moderada | Simétrica | 267 mil (118 mil–646 mil) | 790 mil | 0 | 0 | 0 | 0 | +16 mil | −4 mil | +10 mil (−2 mil a +36 mil) | −2,7 (−3,5 a −2,0) | 0,0% | 0,0% |
| Forte | Simétrica | 1,3 mi (584 mil–2,5 mi) | 3,5 mi | 0 | 0 | 0 | 0 | +32 mil | −7 mil | +20 mil (−4 mil a +73 mil) | −2,7 (−3,4 a −1,9) | 0,0% | 0,0% |
| Máxima | Simétrica | 2,4 mi (1,4 mi–3,8 mi) | 6,3 mi | 0 | 0 | 0 | 0 | +48 mil | −11 mil | +29 mil (−6 mil a +109 mil) | −2,7 (−3,4 a −1,9) | 0,0% | 0,0% |
| Metas do guia cumpridas (referência) | Nenhuma | — | — | +500 mil | +2,39 mi | +1,00 mi | +1,20 mi | 0 | 0 | +5,09 mi (+5,1 mi a +5,1 mi) | +1,5 (+0,8 a +2,2) | 99,6% | 99,6% |
Saldo em votos (Lula − Flávio), mediana dos sorteios; a soma das frentes pode diferir do total por arredondamento e pelos tetos de massa disponível por UF. "Com deriva" soma à margem da migração a mesma deriva t5 do modelo principal (σ = 0,0 p.p. até 25/out): é a chance comparável à manchete (17% principal, 23% MCMC), mas sem as pesquisas. A última linha impõe as metas do guia (+5,1 mi) sobre o cenário sem campanha: mostra onde a margem iria se elas fossem cumpridas, não quanto é provável cumpri-las.
| Frente | Meta do guia | Modelo, campanha forte (80%) | Nomes alcançados | Conversão na literatura | Conversão necessária | Razão |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Terceira via dividir meio a meio os votos de Cury, Caiado e Renan | +2,4 mi | 0 mil (0 mil a 0 mil) | 1,2 mi | 5% | acima de 100% | 23× |
| Votos de Flávio trazer 600 mil eleitores pouco convictos | +1,2 mi | 0 mil (0 mil a 0 mil) | 1,1 mi | 2% | 59% | 29× |
| Brancos e nulos convencer 1 milhão a votar em Lula | +1,0 mi | 0 mil (0 mil a 0 mil) | 1,2 mi | 5% | 96% | 19× |
| Quem não foi votar levar às urnas 1,5 milhão de ausentes em redutos de Lula | +500 mil | 0 mil (0 mil a 0 mil) | 1,2 mi | 12% | 79% | 7× |
| Soma | +5,1 mi | +32 mil (+10 mil a +77 mil) | 3,5 mi |
Se as quatro metas fossem cumpridas, a margem mediana iria a +1,5 ponto e a chance de Lula, só pela migração, a 99,6% (99,6% com deriva). Cada eleitor da 3ª via ou de Flávio que muda vale dois votos no saldo; cada branco/nulo ou ausente trazido, um (os ausentes trazidos nominalmente votam 80% em Lula, por isso rendem 0,6 cada). Brancos e nulos dividem com a 3ª via o mesmo bolsão de nomes.
| Origem (1º turno) | Destino no 2º turno, sem campanha dirigida | Campanha forte: diferença (p.p.) | ||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Lula | Flávio | Branco/nulo | Não vota | Lula | Flávio | Branco/nulo | Não vota | |
| Votou em Lula 53,9 mi | 93,2% (90,7–95,2) | 0,4% (0,2–0,9) | 0,9% (0,4–1,7) | 5,3% (3,4–7,7) | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Votou em Flávio 56,1 mi | 0,4% (0,2–0,9) | 94,2% (92,0–95,9) | 0,9% (0,4–1,7) | 4,3% (2,8–6,3) | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Votou em Cury | 47,3% (44,7–49,9) | 41,3% (38,7–43,8) | 6,4% (4,2–8,8) | 4,8% (3,0–7,2) | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Votou em Renan | 34,6% (31,6–37,8) | 49,2% (46,0–52,5) | 11,0% (7,4–14,8) | 4,8% (3,0–7,2) | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Votou em Caiado | 31,1% (28,2–34,1) | 52,9% (49,9–56,2) | 10,9% (7,3–14,6) | 4,8% (3,0–7,2) | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Votou em Zema ou outros | 21,8% (19,2–24,5) | 64,6% (61,5–67,8) | 8,5% (5,6–11,6) | 4,8% (2,9–7,3) | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Votou branco ou nulo 6,0 mi | 15,6% (9,5–23,5) | 15,6% (9,5–23,4) | 60,3% (47,1–71,9) | 7,6% (4,3–12,1) | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Não votou 33,5 mi | 8,6% (4,0–13,7) | 7,4% (3,5–11,9) | 0,8% (0,3–1,4) | 83,1% (73,2–92,0) | +0,37 | +0,26 | 0,00 | −0,64 |
Fluxos brutos de comparecimento: rout mediano 5% dos que votaram (6,1 mi), rin mediano 16% dos ausentes (5,7 mi); variação líquida nacional da abstenção +0,5 p.p. (80% entre −0,8 e +1,8); inclinação de perfil τ mediana 10 p.p. de margem. Com entrada e saída iguais e a mesma inclinação nos dois sentidos, o efeito líquido do comparecimento é próximo de zero; só o desvio em relação a 2022 importa, como na seção Abstenção.
| Região | Ausentes 1º turno | Abstenção 1º turno | Abstenção 2º turno esperada | Sem campanha dirigida | Campanha forte | Margem 1º turno | Margem 2º turno (forte) | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Novos eleitores | Saldo | Novos eleitores | Saldo (80%) | ||||||
| Nordeste | 8,00 mi | 18,4% | 19,0% | 1,57 mi | −398 mil | 1,66 mi | −355 mil (−734 mil a +30 mil) | +34,8 | +31,9 |
| Sudeste | 15,06 mi | 22,7% | 23,0% | 2,41 mi | −370 mil | 2,47 mi | −371 mil (−0,96 mi a +243 mil) | −12,8 | −12,4 |
| Sul | 4,68 mi | 20,5% | 20,6% | 864 mil | −75 mil | 880 mil | −78 mil (−291 mil a +133 mil) | −31,5 | −29,4 |
| Norte | 2,55 mi | 19,4% | 20,9% | 327 mil | −45 mil | 354 mil | −42 mil (−136 mil a +54 mil) | −4,8 | −5,0 |
| Centro-Oeste | 2,60 mi | 21,7% | 21,8% | 450 mil | −123 mil | 460 mil | −124 mil (−237 mil a −11 mil) | −26,8 | −25,5 |
| Exterior | 574 mil | 62,7% | 62,9% | 14 mil | −5 mil | 14 mil | −5 mil (−15 mil a +6 mil) | +4,5 | +2,6 |
Saldo em votos e margem em p.p. de válidos, medianas. O exterior entra na massa e na margem, mas fica fora da campanha e da inclinação de perfil.
Duas cadeias encaixadas. A primeira é de um passo: cada eleitor do 1º turno, classificado por UF e pelo que fez em 4/out, vai para um dos quatro destinos do 2º turno segundo uma matriz 8 × 4 sorteada; a massa é conservada (a soma dos destinos é o eleitorado de cada UF). A segunda é diária e não homogênea: em cada bolsão (ausentes, 3ª via e brancos/nulos, eleitores brandos de Flávio), um eleitor passa de não alcançado a alcançado quando entra na lista de um voluntário; de alcançado a convertido com probabilidade proporcional à conversão por contato q, distribuída pelas fases do guia (a 2ª conversa pesa 1,4; o fechamento e a 1ª, 0,8; a pausa, 0); de convertido a confirmado no fechamento e na confirmação; e volta a alcançado com δrev por dia. Quem confirma vota como combinado em 85% (ausentes) ou 90% dos casos; quem só tem plano de voto, em 55%. O estoque convertido é repartido pelas UFs em proporção ao voto de Lula e aplicado sobre os destinos da primeira cadeia, com teto na massa disponível em cada caixa.
Na coluna "simétrica", Flávio monta uma rede ρ vezes a do PT (mediana 0,6) com os mesmos priors de eficácia e bolsões espelhados: ausentes trazidos nominalmente (80% para ele), 3ª via e brancos/nulos permeáveis, eleitores brandos de Lula. O chamado aberto a votar (rádio, feira, igreja) tira ω × intensidade dos ausentes das UFs em que cada lado liderou, com a composição de quem falta (perfil mais pró-Lula, τ); na UF do adversário, o apelo genérico rende 30% e tem a composição local. O saldo líquido da resposta aparece em coluna própria. Como as duas redes usam os mesmos priors, a diferença entre as colunas mede só a assimetria de tamanho (ρ) e de base (Lula tem mais ausentes nos seus redutos; Flávio tem mais votos a proteger).
Os priors estão na tabela abaixo, com a fonte de cada um. Os que mais pesam são o número de voluntários (desconhecido: por isso a escada de cenários) e a conversão por contato, tomada da literatura de experimentos de campo: cerca de um voto a cada 14 contatos porta a porta para comparecimento, efeito quase nulo de persuasão em eleição geral e efeitos maiores quando o contato vem de alguém próximo. A 2ª opção da Quaest é de setembro; quando sair uma onda de 2º turno com a pergunta refeita, ela substitui os centros e a cadeia da campanha passa a começar no dia seguinte ao campo, para não contar duas vezes a conversa já feita.
Nada. A chance de Lula do painel continua vindo do modelo principal (17%) e do MCMC (23%), que partem das pesquisas e do voto contado. Esta seção responde a outra pergunta: dado o resultado de 4/out, quanto uma campanha de conversa pessoal com os três grupos pode mover, e o que precisaria acontecer para a virada. A versão "com deriva" da chance existe só para pôr as duas contas na mesma régua: sem campanha dirigida ela dá 0,0%, perto do modelo principal, um pouco abaixo porque não carrega a incerteza das pesquisas e dos efeitos de casa; o nível estrutural dos dois é o mesmo (reprodução do modelo de transferência: −2,7 contra −2,7).
| Parâmetro | Símbolo | Distribuição | Média | Desvio | Fonte ou justificativa |
|---|---|---|---|---|---|
| Troca direta entre Lula e Flávio | ε_x | Beta | 0,005 | 0,003 | prior explícito: troca direta rara entre os dois |
| Eleitor de Lula ou Flávio que vota branco/nulo | ε_bn | Beta | 0,010 | 0,005 | prior explícito |
| Votou no 1º turno e falta no 2º | r_out | Beta | 0,050 | 0,015 | cerca de 6 mi; em 2022 a abstenção quase não mudou entre os turnos, com troca de pessoas |
| Variação líquida nacional da abstenção (p.p.) | δ_nac | Normal | 0,50 | 1,00 | a abstenção subiu no 2º turno em 2006–2018 e caiu em 2022 |
| Variação líquida por UF além do padrão de 2022 (p.p.) | δ_u | Normal | 0,000 | 0,70 | padrão 1º→2º turno de 2022 por UF encolhido 50% e cortado em ±3 (abstencao_2022_uf.csv) |
| Inclinação de perfil de quem entra ou sai (p.p. de margem pró-Lula) | τ | Normal, ≥ 0 | 10,00 | 5,00 | abstenção por escolaridade 2022 (27/17/13%) × voto por escolaridade (Quaest 3/out) ≈ +6; K = 0,25 da seção Abstenção ≈ 20 |
| "Sem 2ª opção" da 3ª via que escolhem um dos dois | d_3 | Beta | 0,50 | 0,12 | modelo estrutural: pool decidido a 55% |
| Parcela de Lula entre os que escolhem | s_3 | Beta | 0,50 | 0,080 | faixa 35–65% do tornado |
| Brancos e nulos do 1º turno que escolhem um dos dois | d_bn | Beta | 0,35 | 0,10 | TSE 2022: brancos + nulos caíram de 7,0 mi no 1º turno para 5,7 mi no 2º |
| Brancos e nulos que faltam no 2º turno | a_bn | Beta | 0,080 | 0,030 | prior explícito |
| Aceitação do convite para montar a própria lista | p_ac | Beta | 0,25 | 0,10 | organização relacional: adesão de 1 em 4 convidados |
| Teto de voluntários (fração dos votos de Lula) | ψ | Beta | 0,050 | 0,020 | 2,7 mi no centro, ordem de grandeza dos filiados do PT |
| Conversão por contato: ausentes | q_aus | Beta | 0,12 | 0,050 | Gerber & Green (porta a porta: 1 voto por ~14 contatos); Nickerson & Rogers (plano de voto: +4 p.p.); organização relacional: +5 a +10 p.p. |
| Conversão por contato: 3ª via e brancos/nulos | q_tv | Beta | 0,050 | 0,030 | Kalla & Broockman 2018: persuasão ≈ 0 em eleição geral, não nula entre indecisos; só quem não tem 2ª opção é permeável |
| Conversão por contato: eleitor brando de Flávio | q_fb | Beta | 0,020 | 0,015 | idem, com o voto já dado ao adversário |
| Eleitores brandos (fração do voto de cada candidato) | f_br | Beta | 0,12 | 0,040 | guia: 600 mil "pouco convictos" é o piso |
| Reversão diária de convertido para alcançado | δ_rev | Beta | 0,030 | 0,010 | plano de voto que não se cumpre |
| Parcela de Lula entre ausentes trazidos nominalmente | ν | Beta | 0,80 | 0,070 | trabalho nominal: só a lista do voluntário |
| Chamado aberto: queda dos ausentes nas UFs de Lula (× intensidade) | ω | Beta | 0,015 | 0,010 | Ipea 2023: passe livre no 2º turno de 2022 sem efeito mensurável; teto baixo |
| Rede de Flávio ÷ rede do PT (resposta simétrica) | ρ | Log-normal | 0,60 | 0,40 | mesmos priors de eficácia, menos capilaridade |
| Voluntários iniciais (dispersão em torno do cenário) | V_0 | Log-normal | cenário | 0,50 | desconhecido: a escada de cenários vai de 0 a 2 mi |
Concentrações das linhas Dirichlet: κ = 400 (Lula e Flávio), 100 (3ª via: subamostras da Quaest de 100 a 150 entrevistas, desvio de 4 a 5 p.p.), 150 (brancos/nulos e ausentes). Verificações do script: massa conservada em todos os sorteios (ok); linhas somam 1 (ok); cadeia em [0, 1] e convertidos ≤ alcançados (ok); reprodução do modelo estrutural (ok); escada monotônica e resposta simétrica ≤ sem resposta (ok); 2 s.
Fontes: TSE, resultado oficial do 1º turno por UF (100% das seções); PoderData/Aya 10–12/out (transferência declarada; antes, Quaest 3–6/set); TSE 2022 via CNN Brasil (abstenção por UF nos dois turnos); TSE, perfil do comparecimento 2022 por escolaridade; Gerber & Green, Get Out the Vote; Nickerson & Rogers (2010), Psychological Science; Kalla & Broockman (2018), American Political Science Review; Pereira et al. (Ipea, 2023) sobre o passe livre de 2022. Código: migracao_markov.py (cálculo, autoverificações e esta seção), chamado por modelo_eleicao_2026.py (bloco 5b).
Em uma frase: até agora, os escândalos não mudaram o placar das pesquisas — quem diz que o caso Dark Horse o afasta de Flávio, em geral, já não votava nele —, mas os mercados de apostas reagiram à crise do STF contra Lula. Na reta final (24–26/set), três fatos novos pendiam levemente para Lula: a proibição das bets (apoiada por 73%), a polêmica de Nossa Senhora Aparecida e a 3ª fase da Carbono Oculto, que alcança o operador do dinheiro do filme de Flávio. A primeira pesquisa com campo depois deles (Quaest, 24–27/set) mostra Lula +1 e Flávio estável — 42 × 42, dentro da margem de erro.
O Monitor do Debate Público (LEMEP/IESP-UERJ, apoio INCT ReDem) mantém um painel contínuo de grupos focais assíncronos no WhatsApp — 50 participantes em seis segmentos (bolsonaristas convictos e moderados, indecisos conservadores e progressistas, lulistas e "lulodescontentes"). É pesquisa qualitativa: coleta narrativas e argumentos, sem validade estatística. Nos relatórios disponíveis, bolsonaristas rejeitam a reeleição de Lula em bloco, com argumento de corrupção; indecisos defendem alternância como princípio democrático, não por afinidade com Flávio; lulistas sustentam voto em Lula por "estabilidade econômica"; e "lulodescontentes" oscilam entre frustração pontual e cálculo estratégico de voto útil. Segurança pública, saúde e desigualdade aparecem como queixa transversal aos seis grupos.
A Quaest complementa com itens de imagem dentro de pesquisas quantitativas (não são grupo focal, mas medem percepção, não só intenção): em 2/mar/2025, 71% diziam que Lula "não está conseguindo cumprir as promessas de campanha", 47% já o consideravam "mal-intencionado" e 50% afirmavam que suas aparições públicas pioravam a imagem do governo (31% diziam que melhoravam). Não foi localizado nesta pesquisa um estudo de imagem simétrico e igualmente detalhado sobre a percepção espontânea de Flávio — lacuna de dados registrada aqui como tal, não como ausência de escrutínio sobre ele.
Os quatro casos convergem em Vorcaro (Banco Master) — até a crise do STF nasce da análise do celular dele — ou em esquemas anteriores ao mandato atual (INSS), mas a natureza da exposição difere. Master e INSS chegam a Lula de forma indireta: reunião de agenda paralela, ex-ministro que caiu, inquérito sobre tráfico de influência do filho (Lulinha, autorizado em 30/jul). O Dark Horse expõe Flávio de forma direta e pessoal: é ele quem negocia com Vorcaro um contrato de US$ 24 mi para o filme sobre o pai, e é investigado formalmente desde 22/jul (lavagem de dinheiro, evasão de divisas, corrupção ativa e passiva) — fato tornado público só em 10/set, com a divulgação de 15 inquéritos por André Mendonça. Já a crise do STF atinge sobretudo o próprio tribunal: um relatório da PF de 218 páginas, pedido por Mendonça, registra 187 interações entre Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes — antagonista central do bolsonarismo —, e é esse relatório que o plenário julga em 15/set. Para a campanha, isso cria um choque de sinal ambíguo: expõe Flávio (inquérito) e, ao mesmo tempo, dá munição à sua narrativa contra Moraes e o STF ("Lula quer ganhar no tapetão").
| Escândalo | Origem → estágio em set/2026 | Pesquisa de referência | Resultado | Mais exposto |
|---|---|---|---|---|
| Crise do STF: relatório Moraes–Vorcaro, comando da PF e quebra de sigilo | Em 24/ago, Mendonça manda a PF aprofundar a análise do celular de Vorcaro; o relatório (218 p.) aponta 187 interações do banqueiro com Alexandre de Moraes, com mensagens desde dez/2023. A PGR pede a anulação (investigação sobre ministro sem aviso ao plenário). Em 8/set, Mendonça afasta o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência, alegando "monitoramento ilegal sistemático" de seus atos; Dino os reintegra em 9/set; Fachin suspende as duas decisões e todos os procedimentos que envolvam ministros do STF, e convoca sessão extraordinária para 15/set. Em 10/set, Mendonça torna públicos 15 inquéritos do caso Master, confirmando Flávio como investigado; ministros o acusam de seletividade. Lula pede "quebra completa" do sigilo de todos os envolvidos; Caiado protocola pedido similar; Flávio cobra Fachin e fala em "tapetão". Na sessão de 15/set o STF não julgou o mérito: Gilmar Mendes levantou questão de ordem para unir as petições do caso Moraes e do caso Mendonça, Fachin proclamou placar provisório de 4×3 pela separação e Flávio Dino — cujo voto empataria em 4×4 — pediu vista, com até 90 dias para devolver. Ficam indefinidas a validade do relatório da PF e a eventual investigação sobre Moraes. | Sem pesquisa de opinião dedicada até a data-base — desenvolvimento institucional/jurídico | Sem medição direta; mercados precificaram o choque contra Lula: Polymarket 59% (8/set) → 49% (13/set) → 45% (16–17/set) → 43% (18/set) → 40% (21/set) → 41% (23/set) → 42% (24/set) → 43% (26/set), recuperação que começa antes da MP das bets e continua depois dela | Ambíguo, e agora prolongado: sem decisão, o caso segue aberto até o 1º turno. Flávio transforma a crise em plataforma ("Lula é Moraes e Moraes é Lula"); Lula assumiu a defesa explícita de Moraes em 16/set e devolveu o ataque ("Flávio está nervosinho... os R$ 130 milhões que pegou do Vorcaro") |
| Banco Master | Reunião reservada Lula–Vorcaro no Planalto (dez/2024), à margem da agenda oficial, com Galípolo (então indicado ao BC) presente; PF apura fraude bilionária no banco. Caso volta a quicar no STF em 2, 4 e 9/set/2026, com Toffoli negando ter recebido pagamentos de Vorcaro — e a quebra parcial de sigilo de 10/set e o relatório Moraes–Vorcaro (ver linha acima) reabrem o caso publicamente. | PoderData, 21–24/jun/2026 · n=2.400 · MoE ±2 p.p. (95%) · TSE BR-05722/2026 | 54% culpam o governo Lula · 29% a gestão Bolsonaro · 17% não sabem (86% conhecem o caso) | Lula (mas o mesmo Vorcaro financia o Dark Horse — o caso também salpica Flávio, agora com investigação formal confirmada) |
| Fraude no INSS | Descontos associativos indevidos ampliados no governo Bolsonaro (2019–24, R$ 6,3 bi) e destravados só na Operação Sem Desconto (abr/2025); ministro Lupi pede demissão em 2/mai/2025. Operador do esquema ("Careca do INSS") ligado a associado de Fábio Luís ("Lulinha"); em 30/jul/2026, Mendonça autoriza inquérito da PF sobre tráfico de influência de Lulinha junto ao Ministério da Saúde e à Presidência em favor da World Cannabis, empresa ligada ao lobista. | Quaest/Genial, 29/mai–1/jun/2025 · n=2.000 · MoE ±2 p.p. (95%) | 31% culpam o governo Lula · 8% o governo Bolsonaro · 14% o próprio INSS · 8% as entidades fraudadoras · 26% não sabem | Lula (esquema nasceu antes, mas o desgaste político recai sobre quem está no cargo agora — e a ponte com Lulinha reabre a exposição) |
| Dark Horse (Azarão) | Flávio negocia com Vorcaro contrato de US$ 24 mi em 14 parcelas para o biopic sobre o pai; a PF rastreia US$ 12,3 mi (≈R$ 62,8 mi) pagos entre fev e set/2025 via Entre Investimentos → fundo Havengate (Texas). Áudio vaza em 13/mai/2026; Flávio nega e depois admite o contato ("patrocínio privado"). Inquérito pedido pela PF em 8/jul e autorizado por Mendonça em 22/jul (lavagem, evasão de divisas, corrupção ativa e passiva), tornado público em 10/set. Lançamento do filme suspenso em 11/set; Flávio questiona o "timing político". | Meio/Ideia, 4–7/set/2026 · n=1.500 (telefônica) · MoE ±2,5 p.p. (95%) · TSE BR-07935/26 | 47,9% dizem que a ligação com Vorcaro reduz a chance de votarem em Flávio · 32,2% dizem que não altera · 9,3% dizem que aumenta · 10,7% não sabem | Flávio, com folga — é o único caso em que o próprio candidato negocia, contradiz sua versão e é nominalmente investigado. Inquérito aberto não impede a candidatura |
Onda anterior do mesmo instituto sobre o Dark Horse (Meio/Ideia, 28/mai/2026): 57% já diziam que o caso prejudicava Flávio (33% "muito", 24% "um pouco") e 44% tinham piorado a opinião sobre ele — o desgaste medido não é um pico isolado, aprofundou-se de maio a setembro, e a quebra parcial de sigilo de 10/set adiciona um fato novo (investigação formal) cujo efeito ainda não foi medido por pergunta dedicada. Nas pesquisas de intenção de voto com campo depois de 10/set (Quaest, Nexus, Indexa, CNT/MDA), não há queda de Flávio: ele oscila de 41% para 42% na Quaest e fica estável na Nexus — e a rejeição dele empata com a de Lula no Datafolha (46×46).
| Fato | O que aconteceu | O que as pesquisas já dizem | Quem tende a ganhar ou perder | Efeito esperado no placar |
|---|---|---|---|---|
| Proibição das bets (MP de 25/set) | Lula assina em São Paulo uma medida provisória que proíbe apostas esportivas e cassinos online (o "jogo do tigrinho") e sua publicidade. Novos depósitos ficam suspensos; o dinheiro pode ser sacado até 23h59 de 5/out e será devolvido entre 9 e 14/out. Um projeto de lei prevê 4 a 6 anos de prisão para quem explorar ou divulgar apostas. Justificativa oficial: endividamento das famílias. Dois dias antes, em live (23/set), Flávio prometeu acabar com os cassinos online, mas se disse contra proibir as apostas esportivas, e atribuiu a Lula a regulamentação do setor. A legalização das apostas de quota fixa é de 2018 (Lei 13.756, governo Temer); a regulamentação e as licenças vieram no governo Lula, em 2023–24. | AtlasIntel/Bloomberg (17–22/set, n=5.015): 73% a favor da proibição, 21% contra; 59,9% dizem que as bets só trazem prejuízo; 36% culpam o governo Lula pela disseminação. Nas redes (Palver), 77% das mensagens apoiam a proibição e Lula aparece em 51% delas. | Lula, com risco. A medida é popular, fala ao eleitor endividado de baixa renda e dialoga com o eleitor religioso, inclusive o evangélico da base de Flávio, que rejeita jogo; Flávio fica numa posição intermediária (contra o cassino, a favor da aposta esportiva) difícil de explicar. Riscos: parecer medida eleitoral a nove dias do voto, contestação da MP no STF e no Congresso, e perda de patrocínio de clubes (14 dos 20 da Série A exibem casas de aposta). | Pequeno e ainda não medido: de 0 a +1 ponto para Lula é o intervalo plausível para anúncios de fim de campanha. O mercado subiu de 42% para 43% no dia seguinte, mas já vinha subindo antes. A proibição não altera nenhum parâmetro do modelo; entra aqui como fator a acompanhar nas pesquisas com campo após 25/set. |
| Flávio e Nossa Senhora Aparecida (24–25/set) | No programa Em Pauta (GloboNews), uma comentarista citou um suposto movimento evangélico para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. Nas redes, o trecho foi associado a Flávio, com uma fala dele de 24/ago ("um dos meus primeiros atos será decretar que o Brasil é do Senhor Jesus Cristo"). O projeto real é o PL 2.623/2007, do então deputado Victório Galli, arquivado — não é de Flávio nem tramita. A GloboNews corrigiu a informação e pediu desculpas. Flávio chamou o episódio de fake news da "milícia do PT", disse respeitar todas as religiões e estuda acionar o TSE; atacou Lula por opinar sobre o celibato de padres. O presidente da CNBB, dom Jaime Spengler, criticou a "mistura de religião e política" sem citar nomes. | Sem pesquisa dedicada. Referências de estrutura: católicos são a maior fatia do eleitorado e votaram majoritariamente em Lula em 2022; evangélicos (≈30%) são a base mais sólida de Flávio (62 × 29 no Datafolha de agosto). | Ambíguo, com leve risco para Flávio. A informação é falsa e foi corrigida, o que limita o dano entre indecisos; mas a frase de agosto é verdadeira e reforça a imagem de candidato evangélico entre católicos. O risco maior está no calendário: 12/out, dia da padroeira, cai no meio da campanha do 2º turno, e o tema pode voltar. | Provavelmente marginal no 1º turno. Se reaparecer em 12/out, pesa no eleitor católico que ainda oscila — o mesmo que decide eleições apertadas. |
| Carbono Oculto, 3ª fase (24/set) | Gaeco do MP-SP e Receita Federal, com apoio da PF e das polícias, cumprem mandados em 29 endereços (13 pessoas, 24 empresas) em SP e mais seis estados. Foco: fundos, fintechs e empresas de fachada usados na compra da distribuidora Tobras (Terrana), com R$ 11 bilhões em movimentação identificada e uma usina de etanol de R$ 370 milhões. Os irmãos Tupinambá (Humberto, ex-Banco Genial) são apontados como parceiros de líderes do PCC ("Beto Louco" e "Primo"). Também é alvo Antônio Carlos Freixo Júnior, o "Mineiro", dono da Entre Investimentos e apontado pela PF como operador financeiro de Daniel Vorcaro — a empresa fez em 2025 sete transferências, somando US$ 12,3 milhões, ao fundo Havengate, ligado ao filme Dark Horse. | Sem pesquisa dedicada. A medição mais próxima é a do Dark Horse: 47,9% dizem que a ligação com Vorcaro reduz a chance de votar em Flávio (Meio/Ideia, 4–7/set), sem queda correspondente nas intenções de voto. | Desfavorável a Flávio. A operação é sobre lavagem de dinheiro do PCC em combustíveis e não imputa nada a ele, mas coloca o operador do dinheiro do filme dentro do mesmo inquérito que investiga o crime organizado — combinação que a campanha de Lula tende a explorar. Vorcaro e o Master também respingam no governo (reunião de 2024 no Planalto), o que limita o uso. | Pequeno. O padrão desde 10/set é que fatos novos do caso Dark Horse aumentam o dano declarado sem mover o voto: quem se diz afetado, em geral, já não votava em Flávio. |
Nenhuma pesquisa de intenção de voto publicada até 26/set tem campo depois da MP das bets (25/set) ou da polêmica de Aparecida; a Real Time Big Data (19–23/set) e o Datafolha (22–23/set) são anteriores. As primeiras ondas com campo a partir de 25/set dirão se algum desses fatos move o placar. Fontes: Exame, Brasil de Fato, Gazeta do Povo e Estado de Minas (bets); CNN Brasil, CartaCapital, Terra e Congresso em Foco (Aparecida); Agência Brasil, CNN Brasil, Brasil de Fato e Revista Fórum (Carbono Oculto); AtlasIntel/Bloomberg e Palver (opinião).
| Tema | O que há de novo (26–28/set) | Leitura |
|---|---|---|
| Medição de impacto | A Genial/Quaest (24–27/set, TSE BR-06520/2026, n=2.004, divulgada hoje) é a primeira pesquisa nacional com campo inteiro depois da MP das bets (25/set) e do boato sobre Aparecida. 2º turno: Lula 42% × Flávio 42% (era 41 × 42 em 17–20/set); brancos/nulos 13%, indecisos 3%. 1º turno: Lula 39% (+2) × Flávio 34% (+1). A Quaest não publicou pergunta dedicada a nenhum dos dois temas. | Compatível com o efeito pequeno pró-Lula que o painel previa (0 a +1 ponto), mas dentro da margem de erro: não dá para atribuir a oscilação às bets. Flávio completa três ondas seguidas em 42% na Quaest — o episódio de Aparecida não o derrubou. |
| Proibição das bets | O setor de apostas articula contestação da MP no STF; no Congresso, a análise deve ficar para depois do 1º turno. Os saques seguem permitidos até 5/out. | Sem fato que mude o placar antes de 4/out. O risco para Lula (MP derrubada ou suspensa) se desloca para o 2º turno. |
| Flávio e Aparecida | Em 26/set a campanha de Flávio divulgou desmentido formal do boato. Sem pesquisa dedicada. | Tema segue latente para 12/out (dia da padroeira, no meio do 2º turno). |
| STF / Moraes–Vorcaro | Vista de Flávio Dino segue sem data de devolução. Há relatos de que ele só devolveria o caso depois do 2º turno (não confirmado em duas fontes). | Indefinição atravessa o 1º turno, como o painel já assumia. |
| Dark Horse / Carbono Oculto | Nenhum fato novo verificado depois da 3ª fase (24/set). A colaboração premiada do "Mineiro" (Entre Investimentos) com a PGR, que circulava como novidade, foi checada em 1º/out: o acordo é de 3/set e foi homologado em 9/set, ou seja, é anterior a esta semana (ver o quadro "Conferência · 26 a 29 de setembro"). | Fato anterior, não novo. A afirmação de que a delação cita Flávio como quem pediu os valores a Vorcaro segue não confirmada. |
| Master e INSS | Nenhum fato novo relevante localizado em 25–28/set. | — |
| Próximo gatilho | Votação do 1º turno em 4/out. O debate da Globo de 1º/out foi cancelado (ver o quadro de 30/set–1º/out). | Últimas ondas da véspera (3/out) já na base: PoderData, Gerp, CNT/MDA, Palver, DataTrends, Datafolha, Quaest e Futura. A AtlasIntel nacional de 27/set–2/out (TSE BR-00999/2026) não foi localizada até as 21h. |
Fontes: O Tempo, Correio Braziliense, TVT News, Imirante e Revista Fórum (Quaest 24–27/set; o 1º turno de Flávio aparece como 34% no Imirante e 35% n'O Tempo — o painel usa 34%). Polymarket consultado em 28/set.
| Tema | O que há de novo | Leitura |
|---|---|---|
| Aparecida: Justiça | André Mendonça, vice-presidente do TSE, classificou como "notoriamente falsas" as publicações que diziam que Flávio, se eleito, tiraria de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira, e mandou remover mais de mil posts, entre eles um do humorista Antonio Tabet. No STF, Flávio Dino suspendeu a decisão por liberdade de expressão no debate eleitoral e levou o caso ao plenário. É a segunda vez em menos de um mês que Dino derruba uma decisão de Mendonça. Fachin marcou reunião entre o STF e a Justiça Eleitoral para resolver o conflito de competência. | O caso deixou de ser só um boato e virou mais um capítulo do conflito institucional que já envolve o STF (Moraes–Vorcaro). Isso mantém o tema no noticiário até o 1º turno, mas também dá a Flávio o papel de vítima de desinformação. |
| Aparecida: campanhas e Igreja | Em entrevista ao podcast SantoFlow (28/set), Flávio chamou o boato de "mentirada", falou em "guerra espiritual" para pôr católicos contra evangélicos e comparou a repercussão à facada sofrida pelo pai em 2018. Houve ainda relatos de desconforto de evangélicos com a imagem de Flávio erguendo uma Nossa Senhora (Diário Carioca). A CNBB negou participar da difusão do conteúdo ("a mentira não se combate com outra mentira"). | Flávio precisa falar ao católico sem perder o evangélico, uma equação que o episódio torna mais cara. Os gestos em direção a Aparecida são o custo visível. |
| Aparecida: redes | O Instituto Democracia em Xeque contou 977,6 mil publicações sobre o episódio em 55 horas, com 8,5 milhões de interações. | Volume alto nas redes não é impacto eleitoral: o próprio instituto ressalva isso. |
| Medição nas pesquisas | Três pesquisas nacionais têm campo inteiro ou parcial depois do boato (24–25/set) e da MP das bets (25/set). Genial/Quaest 24–27/set: 42 × 42 (Lula +1, Flávio =). BTG/Nexus 25–27/set: Lula 46 × 44 (Flávio −1). AtlasIntel/Bloomberg 23–28/set: Flávio 47,7 × Lula 47,6 (era Lula 47,7 × 47,4 em 17–22/set). Nenhuma publicou pergunta sobre Aparecida. | Sem efeito mensurável: as três variações ficam abaixo de 1 ponto e apontam para lados diferentes. Se o episódio custou algo a Flávio entre católicos, o custo foi compensado ou ficou dentro do ruído. O teste que falta é o 12/out, dia da padroeira, no meio do 2º turno. |
Fontes: Brasil de Fato, CNN Brasil (blog Matheus Teixeira), O Hoje, Revista Oeste, The Intercept Brasil e Diário Carioca (Aparecida); Exame e Misto Brasil (AtlasIntel 23–28/set); Nexus e Poder360 (BTG/Nexus); O Tempo e CNN Brasil (Quaest).
| Tema | O que há de novo | Leitura |
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| Debate da Globo (1º/out): cancelado | Lula já havia avisado em 30/set que não iria e deu entrevista ao Flow no horário. Na tarde de 1º/out, a ministra Estela Aranha (TSE), a pedido da coligação de Lula, suspendeu duas regras do debate: o púlpito vazio identificado com o nome do ausente e a rodada de perguntas dirigidas a ele. Às 19h26 Flávio anunciou nas redes que não iria mais, "em função da censura imposta ao evento pelo TSE". Minutos depois, Gilmar Mendes (STF) mandou a Globo incluir Renan Santos (Missão), depois de Zema ter garantido vaga na Justiça. Pouco antes das 21h30 a Globo cancelou o debate, citando "insegurança jurídica" e interferência na liberdade de organizar debates. | Lula e Flávio chegam ao 1º turno sem ter debatido na TV. O debate de 1º/out era a única oportunidade restante e não aconteceu. Flávio troca a exposição a ataques de Caiado, Zema, Cury e Renan pela narrativa de "censura" do TSE. Lula evita a cadeira vazia. Não há pesquisa sobre o efeito de faltar a debates nesta eleição, e o modelo não muda. O ponto de atenção é a terceira via, que perde sua maior vitrine e depende de tempo de TV e redes para tirar voto útil de Flávio no domingo. |
| Debate cancelado: repercussão | Flávio fala em "censura" do TSE. Segundo o InfoMoney, a campanha dele contava com o púlpito vazio de Lula como peça central da participação. A Globo criticou "interferência indevida" da Justiça. Renan Santos disse que Lula e Flávio "fugiram mais uma vez" e que Flávio desistiu 3 minutos depois de a vaga dele ser oficializada. A CNN registra a ordem inversa: o anúncio de Flávio veio minutos antes da decisão de Gilmar. Antes do cancelamento, aliados de Flávio temiam que ele virasse o alvo principal (CNN, InfoMoney). Não houve reação pública de Lula, Caiado, Zema ou Cury até a última checagem. | A briga passou do confronto entre candidatos para o conflito com o Judiciário, que já envolve o STF (Moraes–Vorcaro e Aparecida). Isso reforça a narrativa bolsonarista de que a Justiça trabalha a favor de Lula. Pelo histórico, o efeito em votos tende a ser pequeno. A reação de Renan mostra que a terceira via vai explorar a "fuga" dos dois líderes até domingo. |
| Pesquisa mais recente | A Real Time Big Data (26–30/set, divulgada 1º/out) mostra Flávio 46% × Lula 45% no 2º turno e Lula 43% × Flávio 39% no 1º, os dois sobem 2 pontos no 1º turno em relação à onda anterior. É a quarta pesquisa de 2º turno com campo posterior à MP das bets e ao boato de Aparecida em que a diferença fica entre −1 e +2 pontos. | Segue sem efeito mensurável dos fatos de 25–28/set. Nenhuma pesquisa publicou pergunta dedicada a eles. |
| Datafolha (28/set–1º/out) | Divulgada em 1º/out às 19h05 (TSE BR-08039/2026, n=2.506, presencial): 2º turno Lula 48% × Flávio 45% (era 47 × 45), brancos/nulos 6%, indecisos 1%. 1º turno: Lula 42% (+2) × Flávio 38% (+2), Cury 4%, Caiado 3%, Renan 3%, Zema 1%. É a maior vantagem de Lula no 2º turno do Datafolha desde agosto e a primeira onda do instituto com campo inteiro depois da MP das bets e do boato de Aparecida. Contra outros adversários: Caiado 48 × 42, Zema 49 × 40, Renan 48 × 39, Cury 47 × 42. | Um ponto a mais para Lula, dentro da margem de erro. No 1º turno os dois sobem juntos, tirando voto da terceira via: Cury e Caiado perdem um ponto cada. A polarização se fecha antes de domingo, sem mudar a distância entre os dois. |
| Véspera (3/out, manhã) | PoderData/Aya (30/set–2/out, TSE BR-03519/2026, n=4.000, telefone): 2º turno Lula 46% × Flávio 46% (50 × 50 nos válidos); 1º turno Lula 42% × Flávio 41% (45 × 43 nos válidos), Cury 3%, Renan 3%, Caiado 2%; rejeição Lula 47%, Flávio 46%. Gerp (30/set–2/out, TSE BR-00509/2026, n=2.400, telefone): 2º turno Flávio 49% × Lula 44%, brancos/nulos 6%, indecisos 1% (era 50 × 43); 1º turno Flávio 46% × Lula 44% nos válidos (sem totais publicados, por isso fora da base do 1º turno). MDA/CNT, AtlasIntel, Futura, Palver, Quaest e Datafolha divulgam ao longo do dia. | As duas confirmam o empate: o PoderData passa de Flávio +1 (46 × 45 em 23/set) para empate, e a Gerp, a casa mais favorável a Flávio na base, encurta a vantagem dele de 7 para 5 pontos. |
| Véspera (3/out, tarde) | CNT/MDA (30/set–2/out, TSE BR-04756/2026, n=2.007, presencial): 2º turno Lula 47,3% × Flávio 43,1%, brancos/nulos 7,6%, indecisos 1,9% (era 47,3 × 40,0); 1º turno Lula 43,1% × Flávio 38,0% (47,8 × 42,1 nos válidos), Cury 3,2%, Caiado 3,0%, Renan 1,5%. Palver (30/set–3/out, TSE BR-00198/2026, n=5.000, online): 2º turno Flávio 49% × Lula 44%, brancos/nulos 6%, indecisos 1% (era 47 × 45); 1º turno Flávio 47% × Lula 43%, Renan 7%. DataTrends (28–30/set, TSE BR-04414/2026, n=2.000, telefone automatizado, divulgada em 2/out): 2º turno 45% × 45%; 1º turno Lula 41% × Flávio 39%. | As três se dividem: o CNT/MDA mostra Flávio subindo 3 pontos sem tirar de Lula, a Palver vai para Flávio +5, a maior vantagem dele na série do instituto, e a DataTrends fica no empate. O 1º turno segue polarizado: Lula e Flávio somam de 80% a 90% em todas. |
| Véspera (3/out, noite) | Datafolha (2–3/out, TSE BR-01708/2026, n=4.006, presencial): 2º turno Lula 47% × Flávio 46%, brancos/nulos 6%, indecisos 2% (era 48 × 45); 1º turno Lula 42% × Flávio 40% (45 × 42 nos válidos), Caiado 4%, Cury 3%, Renan 3%. Quaest (2–3/out, TSE BR-02197/2026, n=3.702, presencial): 2º turno Flávio 44% × Lula 42%, brancos/nulos/não vai votar 13%, indecisos 1% (era 42 × 42); 1º turno Lula 40% × Flávio 38% (46 × 45 nos válidos), Cury, Renan e Caiado com 3% cada. Futura/Apex (2–3/out, TSE BR-02431/2026, n=2.000, telefone): 2º turno Flávio 48% × Lula 45,1%, brancos/nulos 5,7%, indecisos 1,2% (era 49 × 43,5); 1º turno Flávio 44,8% × Lula 42,6% nos válidos (sem totais publicados, por isso fora da base do 1º turno); rejeição Lula 46,9%, Flávio 43,1%. A AtlasIntel nacional de 27/set–2/out não foi localizada. | Datafolha e Quaest andam na mesma direção: Flávio ganha de 1 a 2 pontos no 2º turno e encurta o 1º turno para 2 a 3 pontos. A Quaest volta a mostrar Flávio numericamente à frente no 2º turno, como em 13 e 20/set. Na Futura, o movimento é o inverso (a vantagem de Flávio cai de 5,5 para 2,9). |
| STF, Master, Dark Horse, Carbono Oculto, INSS | Nada novo confirmado em duas fontes em 30/set–1º/out sobre o julgamento Moraes–Vorcaro: a vista de Dino segue sem data de devolução. Os fatos de 26 a 29/set (jingle, perícia do Dark Horse, bets no STF, viagem de Lulinha) estão no quadro seguinte. | Sem mudança no julgamento; ver o quadro de 26 a 29/set. |
Fontes: O Povo, Poder360 e Correio Braziliense (debate); CNN Brasil, InfoMoney, Estado de Minas e Jovem Pan (desistência de Flávio e cancelamento); O Antagonista (Renan Santos); Transmissão Política, AC24horas, Gazeta do Povo e Metrópoles (Real Time Big Data); g1 (Datafolha de 1º/out).
| Tema | O que há de novo (5/out) | Leitura |
|---|---|---|
| Apoios no 2º turno | Romeu Zema (Novo, 0,27%) declarou voto em Flávio num vídeo na noite de 5/out: "Voto contra o PT, voto no Flávio Bolsonaro". Augusto Cury (Avante, 2,89%) não apoia ninguém e vetou o uso do próprio nome pelas duas campanhas. Renan Santos (Missão, 2,24%) não pede voto para nenhum dos dois e liberou o partido, mas diz que Flávio será "o próximo presidente". Ronaldo Caiado (PSD, 2,18%) decide depois de conversar com Kassab. O PSD liberou diretórios e filiados, e Kassab diz que o partido fica neutro. O Estado de Minas noticia que Caiado anunciará apoio a Flávio em 6/out, em Goiânia (anúncio previsto, ainda não feito). | Só o apoio de menor peso eleitoral se confirmou. Os três que somam 7,3% dos válidos não pediram voto para ninguém. O modelo já assume que esse eleitorado migra cerca de 1,3 para 1 para Flávio, pela transferência declarada nas pesquisas pós-1º turno. Um apoio formal de Caiado reforçaria essa premissa, mas não a muda. Na urna, Flávio já converteu mais desse voto do que a 2ª opção indicava. |
| Pesquisas | Nenhuma pesquisa nacional de 2º turno com campo depois de 4/out foi divulgada até a noite de 5/out. Calendário anunciado: Datafolha (TSE BR-02949/2026, campo 6–8/out, n=2.520) e PoderData (BR-08134/2026, campo 5–7/out, n=3.000) na quinta, 8/out; AtlasIntel (BR-03663/2026, n=5.000, online) e Vox (campo 5–7/out, n=2.100) na sexta, 9/out; Ipespe (campo 6–8/out, n=1.500) no sábado, 10/out. Para a AtlasIntel, o ND Mais dá campo a partir de 3/out, antes da votação (conferir no registro). | Até 8/out, o 2º turno do painel continua apoiado nas ondas da véspera, corrigidas pelo erro que a âncora mostrou na urna, e no voto contado. Ondas com campo antes de 4/out, como pode ser parte da AtlasIntel, entram com a regra das ondas antigas. |
| Mercado | Polymarket com Lula a 16% na noite de 5/out (15,5% a 16,5% em três espelhos; Kalshi 18%), US$ 173,7 milhões negociados. Era 36% na véspera e 15% na noite da apuração. | O mercado se estabilizou no patamar da noite de 4/out, sem pesquisa nova para mexer nele. |
| Próximo gatilho | Primeiras pesquisas em 8 e 9/out. Primeiro debate entre Lula e Flávio na eleição: Band/Estadão, 11/out, 20h. A Record marcou outro para a mesma noite, e a Globo fecha a série em 23/out. As duas campanhas sinalizam ir aos debates, sem confirmação formal. | Será o primeiro confronto direto dos dois na TV. No 1º turno, ambos faltaram a todos os debates. |
Fontes: CNN Brasil, Estado de Minas e Midiamax (apoios); ND Mais e CartaCapital (calendário de pesquisas e registros no TSE); CryptoSlate, PredictMarketCap e Rio Times (mercado); Terra/Estadão, A Crítica e Tribuna do Sertão (debates); CNN Brasil, blog de Jussara Soares (presença nos debates).
| Fato | O que está confirmado | Leitura |
|---|---|---|
| TSE suspende o jingle "Foi o Flávio" | Em liminar do presidente do TSE, Nunes Marques (26 ou 27/set, os veículos divergem na data), foi suspensa a veiculação de novas inserções do jingle da campanha de Lula que ligava Flávio ao caso Master. O fundamento foi "descontextualização grave": o material tratava como atual o caso das rachadinhas, já arquivado. O jingle tinha ido ao ar em 28–31/ago, em quatro emissoras (sete inserções), e a decisão vale até o plenário julgar. | Tira de Lula uma linha de ataque que ligava Flávio ao Master, mas atinge material de agosto e não a investigação do Dark Horse, que segue em curso. Efeito eleitoral provavelmente pequeno: o jingle já não estava no ar. |
| Perícia da PF no material do Dark Horse | A PF refaz a perícia do material apreendido pela Polícia Civil de SP na Operação Wi-Fi (junho), por ordem de Flávio Dino dada em 13/set; a notícia saiu em 28/set e o material chegou à PF em 22/set. O que se investiga é o desvio de verbas públicas da produtora do filme: emendas do deputado Mario Frias (R$ 2 milhões ao ICB) e R$ 750 mil repassados à produtora Go Up, além do programa WiFi Livre SP. | Não aponta nada contra Flávio: a apuração é sobre dinheiro público e a produtora, não sobre o financiamento privado de Vorcaro. Mantém o filme no noticiário até o 1º turno. Correção: circulava que os R$ 750 mil eram o fundamento da ordem de Dino; são uma transferência identificada na cadeia, e a ordem é de 13/set, não de 28/set. |
| Delação de "Mineiro" | Não é fato da semana. A PGR fechou o acordo em 3/set e o ministro Mendonça o homologou em 9/set. Antônio Carlos Freixo Júnior fez sete repasses, somando US$ 12,3 milhões, ao fundo Havengate (Texas), entre fev. e set. de 2025, a pedido de Vorcaro. Disse não saber o destino final. O fundo é administrado por Paulo Calixto, próximo de Eduardo Bolsonaro. | Não confirmado: um veículo menor afirma que a delação aponta Flávio como quem pediu os valores a Vorcaro; o texto completo que se conseguiu ler não o menciona. Circulou também um valor de "R$ 69 milhões", que não aparece em nenhuma fonte; o valor confirmado é US$ 12,3 milhões (≈ R$ 62,8 milhões). |
| Bets: pedido ao STF | Em 28/set a ANJL e o IBJR (associações do setor) pediram ao STF a suspensão da MP das bets, num pedido dentro das ações já existentes sobre o marco legal, dirigido ao ministro Fux. Não há liminar. Lideranças do Congresso dizem que o tema só deve ser discutido depois das eleições, e a MP vale por até 120 dias. Saques até 23h59 de 5/out; as plataformas saem do ar em 6/out; a devolução ocorre entre 9 e 14/out. | O risco jurídico da MP, apontado no quadro anterior, começou a se materializar, mas sem efeito antes do 1º turno: a proibição entra em vigor com o voto de 4/out. Uma liminar do STF antes disso seria a maior surpresa possível. |
| Lulinha: viagem paga por lobista | Em 29/set a PF revelou uma viagem de Fábio Luís ("Lulinha") à Europa, de R$ 1,8 milhão, paga por um lobista. A Gazeta do Povo informa que ele só deve ser chamado a depor após o 2º turno. | Adiciona um dado concreto ao inquérito que já pesava sobre Lula pelo caso INSS, na semana do voto. A previsão de depoimento só depois do 2º turno reduz o uso eleitoral imediato. |
| Debates e terceira via | A Record cancelou o debate de 27/set depois que Lula e Flávio avisaram que não iriam. Para o debate da Globo de 1º/out estavam confirmados Flávio, Caiado, Zema e Cury, com Lula ausente; o debate acabou cancelado (ver o quadro de 30/set–1º/out). Em 29/set Flávio pediu a Zema e a Caiado que desistissem: Zema recusou de imediato e Caiado disse "não recuo". Nenhum candidato desistiu nem declarou apoio formal; Cury e Renan Santos descartam apoiar qualquer um dos dois no 2º turno. | A pressão sobre a terceira via mostra que a campanha de Flávio quer evitar a dispersão de voto de direita, hoje a principal diferença entre os dois no 1º turno. Sem desistências, a transferência de votos fica para o 2º turno, que é o que o modelo já assume (migra cerca de 1,3 para 1 para Flávio, pela transferência declarada nas pesquisas pós-1º turno). |
Conferência feita em 1º/out; cada linha foi lida em pelo menos dois veículos, e as afirmações sem confirmação ficaram marcadas como tal. Fontes: Poder360, Metrópoles (jingle); Gazeta do Povo e CartaCapital (perícia, Go Up); Brasil de Fato e Times Brasil (delação); InfoMoney e Tribuna do Sertão (bets no STF); Agenda do Poder e Diário 360 (Lulinha); Gazeta do Povo, Poder360, O Tempo e CartaCapital (debates e terceira via). Os dois valores mais citados nas redes sobre o Dark Horse (R$ 69 milhões e a confissão de Mineiro como fato novo) não resistiram à checagem.
Em volume de culpa atribuída, o Caso Master é o mais pesado sobre Lula (54%×29%), mas nunca foi medido como "reduz sua chance de votar nele". Para Flávio, esse efeito foi medido: 47,9% dizem que o caso Dark Horse reduz a propensão a apoiá-lo (Meio/Ideia, 4–7/set), o maior dano declarado entre os casos. O dado novo desta atualização é que o dano declarado não aparece no placar: nas quatro pesquisas com campo depois da divulgação do inquérito (10/set), Flávio fica estável ou oscila para cima, e a rejeição dos dois empata. Duas leituras compatíveis com isso: (1) quem diz que o caso reduz o voto em Flávio já não votava nele; (2) a crise do STF, ao pôr Moraes no centro, reenquadra o inquérito como parte de uma disputa "Judiciário × bolsonarismo", o que ajuda Flávio a manter sua base. O INSS segue o caso mais "compartilhado": nasce na gestão anterior, mas o desgaste recai sobre quem governa (31%×8%), agora com inquérito formal sobre Lulinha. A sessão do STF de 15/set, que era o próximo gatilho, não resolveu nada: o tribunal parou numa questão de ordem (4×3 pela separação dos casos, com o voto de Dino empataria), Dino pediu vista e tem até 90 dias para devolver — ou seja, a indefinição sobre a validade do relatório da PF e sobre investigar Moraes atravessa o 1º turno. Isso é, em si, um resultado com efeito eleitoral: mantém viva a narrativa de "blindagem" sem produzir fato novo verificável contra ninguém, e deixa os dois lados livres para usar o caso como quiserem. Em 16/set, Lula optou por defender Moraes nominalmente e ligar Flávio a Vorcaro (os R$ 130 milhões do filme); Flávio segue fundindo as duas figuras ("Lula é Moraes e Moraes é Lula"), tratando o Judiciário como adversário de campanha. Os mercados, que vinham caindo para Lula desde 8/set, não deram repique depois da sessão e seguiram caindo até 21/set — 45% em 16–17/set, 43% em 18/set, 40% em 21/set — mesmo sem novidade do STF (a vista de Dino segue sem data de devolução); em 23/set a série interrompeu a queda pela primeira vez (41%) e em 24/set subiu a 42%, com a AtlasIntel/Bloomberg mostrando empate técnico (Lula 47,7% × Flávio 47,4%) e a PoderData/Aya com Flávio 46% × Lula 45% (20–23/set), a margem mais estreita do instituto no mês. A leitura mais simples é que o mercado está reagindo ao acúmulo de pesquisas (Gerp, Futura, Palver, Quaest, AtlasIntel e PoderData) mais do que a um evento único da crise institucional, e a recuperação de 23–24/set sugere que o novo empate técnico já começa a ser precificado.
Estas pesquisas são pontuais e não entram no agregador ponderado do painel (que trata só do páreo Lula×Flávio em pesquisas de 2º turno) — são citadas para contexto, não para o modelo. Dados de grupo focal (LEMEP/POMT) não têm representatividade estatística por desenho; servem para entender argumentos, não magnitude. Registro TSE não localizado para a pesquisa Quaest/Genial de mai–jun/2025 nem para a onda Meio/Ideia de mai/2026 (apenas para a de set/2026, citada acima). A crise do STF é tratada aqui como desenvolvimento institucional noticiado (CNN Brasil, InfoMoney, O Tempo, Metrópoles, Correio Braziliense, Congresso em Foco, Times Brasil, Rio Times, Revista Oeste, Band; sem pesquisa de opinião dedicada até a data-base). Duas ondas com campo até 16/set (PoderData/Aya e AtlasIntel) já incorporam dias após a sessão do STF de 15/set, mas nenhuma pergunta dedicada ao caso foi publicada ainda.
Em uma frase: contra qualquer outro nome da direita, Lula vai melhor; Flávio é o adversário mais competitivo e está no 2º turno em 100% das simulações.
| Adversário | Lula | Adversário | Vantagem de Lula | Fonte |
|---|---|---|---|---|
| Ronaldo Caiado (PSD) | 44–48% | 37–44% | +2,6 a +7 p.p. | Datafolha (g1, 1º/out: 48×42) / Quaest / PoderData / Atlas |
| Romeu Zema (Novo) | 44–49% | 33–42% | +4 a +14 p.p. | idem |
| Renan Santos (Missão) | 43–48% | 26–39% | +7 a +21,5 p.p. | idem |
| Augusto Cury (Avante) | 42–47% | 39,4–45% | −3 a +6,8 p.p. | AtlasIntel / PoderData / Datafolha (47×42 em 1º/out) |
| Jair Bolsonaro (PL, hipotético) | 46,8% | 44,1% | +2,7 p.p. | AtlasIntel |